Abi Ibrahim Al-Hashimi Al-Qurashi é o chefe terrorista que se segue: Califa Ibrahim, assim anunciou na quinta-feira, 31, a organização ISIL-Estado Islâmico do Iraque e Levante.
Um tiroteio marcou a “Black Friday” (6ªfª negra) num centro comercial do Alabama, que abriu portas para a tradicional noite das compras. Pelo menos duas pessoas, entre elas uma criança de doze anos e um adolescente, de 19 anos, ficaram feridas, o atirador
O presidente dos EUA, Donald Trump, qualificou o embaixador britânico em Washington como "uma pessoa muito estúpida", depois de terem sido reveladas mensagens confidenciais em que o diplomata dizia que o governo norte-americano era "incompetente".
Fatima Ibrahim usava véu islâmico e fez-se explodir e aos três filhos além dos três polícias que a foram buscar à casa depois de identificarem o marido, Ilham, o bombista-suicida do Hotel Shangri-La, um dos oito locais do atentado do Domingo da Páscoa que fez mais de 750 vítimas, 250 das quais morreram.
Os 52 por cento de britânicos que votaram pelo "Sim" à saída da União Europeia vão ter de refrear a ansiedade, já que Londres pediu mais um adiamento que foi aceite por Bruxelas. Boris Johnson faz tudo para ter eleições antecipadas, certo de que terá mais vozes no parlamento para negociar o Brexit.
Rating
( 0 Rating )
BBC/Le Monde/Euronews. Foto (Getty): Brexit adiado pela 3ª vez. LS
Um ‘tweet’ na terça-feira, 10, anunciava a partida de John Bolton, o conselheiro de Segurança Nacional, o terceiro e mais longevo que Trump teve (9.4.2018-10.9.2019). Sem o militarista defensor da linha dura com o Irão, Trump pode ter facilitado o caminho para melhorar a aproximação ao Irão.
“Ontem à noite, informei John Bolton (na foto,2º à esquerda) que os seus serviços deixaram de ser necessários à Casa Branca. Eu não estava de acordo com a maior parte das suas sugestões, outros membros da administração também não estavam, e é por isso que lhe pedi a sua demissão que ele me entregou esta manhã".
Trump ganha mais com a partida de Bolton
Politólogos citados pelos media de referência concluem que ao despedir Bolton, Trump dirigiu ao seu eleitorado a mensagem de que tem as rédeas bem seguras.
Uma demonstração que, tendo em vista a reeleição em 2020, se tornou necessária após vários fiascos na frente diplomática e da segurança nacional—do impasse nas negociações com a Coreia do Norte ao marcha-atrás no drone contra o Irão, entre outros.
Bolton enviado a Bolsonaro
O conselheiro da Segurança Nacional foi o primeiro enviado de Trump a Bolsonaro. O então presidente-eleito do Brasil encontrou-se com Bolton no Rio de Janeiro, em novembro de 2018.
É dele, Bolton, a alcunha "Bolsonaro dos Estados Unidos", proferida no dia 15.3.2019, em réplica ao "Trump dos trópicos" — o apodo dado o ano passado ao então candidato Bolsonaro pelos media dos Estados Unidos.
Rating
( 0 Rating )
Washington Post/AFP/AP/Le Monde ... Arquivos. Foto: Assinatura em 25.3.2019 da proclamação que legitima a Israel a anexação dos Montes Golan, feita em 1983. John Bolton (reconhecível pelo bigode encanecido) é o segundo a contar da esquerda, junto de Sarah
A eleição de domingo, 27, deu sem surpresa a vitória à dupla Alberto Fernández, presidente eleito, e Cristina Kirchner, vice-presidente eleita. O presidente cessante, Mauricio Macri, perdeu a aposta de reduzir a pobreza, devido
Rating
( 0 Rating )
BBC/Le Monde/El País/AFP. Fotos (Wikipedia). Cristina Kirchner, de 66 anos, e Alberto Fernández, de 60 anos.
Quatro transeuntes, um menino de três anos, uma idosa de 64 anos e dois homens na casa dos vinte colhidos no passeio, morreram na sexta-feira, 6, num acidente com um SUV Porsche na capital alemã, segundo informou a polícia de Berlim.
O veículo tipo jipe subiu o passeio cheio de gente, bateu num pilar de construção e deteve-se numa área desocupada de terreno, no centro de Berlim. Os quatro falecidos no local eram peões, bem como mais duas pessoas que ficaram feridas. O condutor da viatura veio a falecer depois, no hospital.
"Pelas evidências que temos até agora, acreditamos que este foi um acidente de trânsito e não um ato deliberado. Estamos a investigar se uma alegada doença do condutor pode ter sido a causa, entre outras hipóteses", informou no sábado a polícia de Berlim.
A vigília organizada no sábado pelas vítimas incluiu quatro minutos de silêncio e a deposição de flores no local da ocorrência.
Proibir jipes na cidade
Também nesse mesmo dia seguinte ao fatal acidente, ambientalistas manifestaram-se (foto), através do bloqueio ao desembarque de veículos SUV, os designados jipes "assassinos do clima".
Três horas depois, em conferência de imprensa explicaram que o ato visou pedir à edilidade que proíba o trânsito dos jipes nas cidades. "É completamente irresponsável produzir e guiar um SUV, que causa mais acidentes que qualquer outro tipo de carro. O risco de acidente fatal é 50% maior para os peões", disse Benjamin Stephan da Greenpeace.
O porta-voz da Greenpeace deixou também uma mensagem forte para os fabricantes alemães: "Produzam carros eletrónicos, que pesam menos no ambiente"
O banimento parece ter entrado na agenda dos partidos "verdes": "Os carros tipo jipe não são adequados para circular na cidade", disse Stephan von Dassel, Edil de Berlin-Mitte, um dos distritos autárquicos da capital alemã.
Além de serem carros "agressivos", que põem vidas humanas em perigo, os jipes também são "inimigos do ambiente". Ou seja, "mesmo sem acidente já são uma ameaça", afirmou von Dassel.
Doze pessoas morreram na explosão de oleoduto que ocorreu, na quinta-feira, na sequência de uma tentativa de roubo de combustível em Lagos, indicaram hoje as autoridades nigerianas.
O presidente Kim Jong-Un ficou satisfeito com a ‘excelente’ carta que o presidente Trump lhe enviou, noticiou a KCNA, a televisão estatal norte-coreana, no domingo, 23.
A presidente da Associação Nasce e Renasce, Eunice Correia, defendeu o reforço da cooperação entre associações, instituições públicas e a Embaixada de Cabo Verde em Portugal para melhorar as respostas às necessidades da comunidade cabo-verdiana em Portugal.
A situação dos cidadãos cabo-verdianos reclusos, ex-reclusos em Portugal, incluindo pessoas que cumprem medidas de vigilância electrónica constituiu outro dos assuntos apresentados ao ministro. A este propósito, a associação propôs que representantes da Embaixada de Cabo Verde possam visitar regularmente os cidadãos cabo-verdianos nas unidades prisionais, pelo menos uma vez por mês, criando um espaço de proximidade, escuta, orientação e encaminhamento.
Segundo a Inforpress, esta posição foi manifestada na quarta-feira, 16, durante a visita do ministro da Justiça e ministro da Presidência do Conselho de Ministros, Assuntos Parlamentares e Comunicação Social, Clóvis Silva, àquela associação juvenil, em Lisboa (Portugal), acompanhado por Elisângela Carvalho, da Embaixada de Cabo Verde em Portugal.
Segundo Eunice Correia, o encontro permitiu apresentar o trabalho desenvolvido pela associação desde 2008, nomeadamente o apoio prestado às famílias em situação de vulnerabilidade, mulheres, crianças, idosos, migrantes e à comunidade cabo-verdiana, bem como as dificuldades encontradas no apoio aos cidadãos.
De entre os temas abordados esteve o trabalho do Centro Local de Apoio à Integração de Migrantes (CLAIM), nomeadamente as dificuldades relacionadas com documentação, regularização e integração em Portugal.
A responsável destacou ainda a situação dos estudantes cabo-verdianos e dos cidadãos transferidos de Cabo Verde para tratamento médico, áreas nas quais a associação tem procurado prestar apoio, orientação e encaminhamento junto das instituições e parceiros.
“A associação procura ser uma ponte entre as pessoas e as instituições. Não queremos substituir os serviços públicos. Queremos colaborar com eles”, afirmou.
A prevenção da violência envolvendo alguns jovens cabo-verdianos foi igualmente discutida, tendo defendido uma abordagem preventiva, sem generalizar comportamentos a toda a juventude cabo-verdiana.
É que, segundo ela, para a Associação Nasce e Renasce, é fundamental trabalhar preventivamente, aproximando os jovens das instituições e criando oportunidades e espaços onde possam ser ouvidos e acompanhados.
Conforme a mesma fonte, a situação dos cidadãos cabo-verdianos reclusos, ex-reclusos em Portugal, incluindo pessoas que cumprem medidas de vigilância electrónica constituiu outro dos assuntos apresentados ao ministro.
A este propósito, a associação propôs que representantes da Embaixada de Cabo Verde possam visitar regularmente os cidadãos cabo-verdianos nas unidades prisionais, pelo menos uma vez por mês, criando um espaço de proximidade, escuta, orientação e encaminhamento.
Eunice Correia manifestou vontade de transformar a visita num processo de trabalho com resultados concretos, através do reforço da cooperação institucional e da criação de respostas para as diferentes comunidades acompanhadas pela organização que dirige.
“Hoje abrimos as portas da nossa associação para mostrar aquilo que fazemos, mas, acima de tudo, queremos abrir uma porta para o futuro: uma porta para uma maior cooperação, para respostas mais rápidas e para apoiar quem chega, quem precisa e quem muitas vezes não sabe a quem recorrer”, finalizou Eunice Correia segundo a fonte deste jornal..
A União dos Estudantes Cabo-verdianos de Lisboa (UECL) abriu esta segunda-feira as candidaturas à terceira edição do Prémio de Mérito Universitário da UECL, destinado aos estudantes cabo-verdianos no ensino superior em Portugal.
A cerimónia de entrega dos prémios está prevista para 30 de Outubro, no âmbito das comemorações dos 29 anos da UECL.
As candidaturas decorrem até 16 de Outubro e são elegíveis estudantes cabo-verdianos inscritos no ano lectivo 2025/2026 em instituições de ensino superior em território português, de acordo com os critérios estabelecidos no regulamento da iniciativa.
De acordo com uma nota da organização, os prémios desta edição terão valores monetários entre 800 e 1.500 euros, com o objectivo de reconhecer o mérito, a dedicação e o percurso dos estudantes cabo-verdianos no ensino superior português.
A UECL apela a todos os estudantes elegíveis para que apresentem as suas candidaturas dentro do prazo estabelecido, considerando o prémio uma oportunidade para ver reconhecido e valorizado o seu percurso universitário.
A mesma fonte informa que a equipa está a trabalhar para garantir o sucesso da edição e espera que o número de candidaturas alcance resultados extraordinários e números recorde.
Os interessados devem consultar os canais oficiais da UECL para conhecer os critérios de elegibilidade, a documentação necessária e o formulário de candidatura.
A terceira edição do prémio conta com a parceria da Embaixada de Cabo Verde em Portugal e este ano com Banco Cabo-verdiano de Negócios (BCN), que se associa pela primeira vez à iniciativa.
De acordo com aquela organização estudantil, a nova parceria reforça o compromisso da valorização dos estudantes cabo-verdianos e com a promoção do mérito universitário.
Nesse sentido, a UECL, liderada por Ruben Traquino, aproveitou para convidar outras instituições, empresas e organizações a juntarem-se a esta causa, contribuindo para o fortalecimento de iniciativas destinadas à comunidade estudantil cabo-verdiana em Portugal.
A cerimónia de entrega dos prémios está prevista para 30 de Outubro, no âmbito das comemorações dos 29 anos da UECL.
A União dos Estudantes Cabo-verdianos de Lisboa (UECL) é uma organização que trabalha na representação, integração e valorização dos estudantes cabo-verdianos em Portugal, promovendo iniciativas de carácter académico, social, cultural e associativo.
O presidente da Associação Maense em Portugal (AMP), Carlos Frederico, defendeu maior atenção do Governo de Cabo Verde às comunidades na diáspora, esperando que o novo executivo imprima “outro dinamismo” na relação com as associações cabo-verdianas no estrangeiro.
O dirigente associativo falava à Inforpress e à RTC à margem das actividades comemorativas dos 23 anos da AMP, promovidas no sábado, 29, por ocasião do aniversário da organização, fundada a 29 de Agosto de 2003, com o propósito de unir os maienses residentes em Portugal, manter viva a ligação à ilha do Maio e criar mecanismos de solidariedade entre os membros da comunidade.
Carlos Frederico criticou a actuação nos últimos anos das estruturas governamentais responsáveis pela diáspora, considerando que estas não têm respondido de forma adequada às necessidades das comunidades cabo-verdianas no estrangeiro.
“A diáspora não quer ser vista apenas como uma fonte para enviar remessas para Cabo Verde. Foi criado um Ministério das Comunidades e não fez nada para a diáspora, pelo menos até agora. Pode ser que este novo Governo tenha outro dinamismo com a diáspora”, afirmou.
Segundo aquele responsável, o Ministério das Comunidades e a Secretaria das Comunidades “não passaram de nomes e não fizeram nada para a comunidade imigrada”.
“Não queremos nomes. Se damos para Cabo Verde, Cabo Verde tem de ter o mínimo de consideração para fazer alguma coisa, principalmente para criar condições para que os dirigentes associativos não sejam apenas escravos à procura de algo para enviar para Cabo Verde”, criticou.
A título de exemplo, apontou as dificuldades enfrentadas pela AMP no envio de donativos para Cabo Verde, nomeadamente materiais escolares e outros bens destinados a instituições e comunidades no país.
Segundo explicou, actualmente a associação, que lidera desde 2013, é obrigada a suportar os custos de transportes ou transferir essa responsabilidade para entidades beneficiárias, situação que considera penalizadora para aquela organização sem fins lucrativos.
O activista social criticou ainda as dificuldades no acesso à documentação para beneficiar de isenção no transporte de donativos, alegando que os processos junto da Embaixada de Cabo Verde em Portugal nem sempre são céleres.
“Parece que querem que imploremos para nos dar um documento de isenção para transitário”, lamentou.
Carlos Frederico relatou ainda que, devido à ausência da Encarregada de Negócios da Embaixada de Cabo Verde em Lisboa, a AMP enfrenta dificuldades para concretizar, neste momento, o envio de donativos constituídos por materiais escolares, por faltar a assinatura necessária para a documentação.
Apesar das críticas, esclareceu que o objectivo é contribuir para a melhoria dos procedimentos e evitar que as mesmas dificuldades se repitam.
Neste sentido, defendeu a criação de mecanismos que permitam às organizações não-governamentais (ONG) cabo-verdianas activas na diáspora beneficiar de isenção ou facilitação nos processos de envio de donativos para Cabo Verde.
A Organização Lusófona para Interação Cultural (OLIC) promoveu este sábado, no Seixal (Portugal), uma conferência para debater o papel da diáspora no desenvolvimento de Cabo Verde, com destaque para juventude, integração, cultura e participação cívica.
“Os jovens estão a emigrar em massa por falta de oportunidade. Os sucessivos governos não têm criado condições necessárias e oportunidades para fixar os jovens, para trabalharem e darem a sua contribuição”, afirmou o jovem imigrante.
O encontro, realizado no Auditório da Câmara Municipal do Seixal, sob o lema “Cabo Verde na Diáspora: repensar o presente, construir o futuro”, reuniu quadros, segundo revela a inforpress, dirigentes associativos e jovens residentes em Portugal para definir caminhos de participação directa no crescimento do arquipélago.
Em declarações aos jornalistas no final do encontro, o porta-voz da OLIC, Gelson Rodrigues, explicou que a iniciativa pretende recolher os contributos dos participantes e oradores sobre os temas debatidos, de modo que possam contribuir de forma directa ou indirectamente para o processo de desenvolvimento de Cabo Verde.
De entre os temas debatidos, destacou a situação da juventude, lembrando que, nos últimos anos se registou uma saída significativa de jovens cabo-verdianos para Portugal.
“Os jovens estão a emigrar em massa por falta de oportunidade. Os sucessivos governos não têm criado condições necessárias e oportunidades para fixar os jovens, para trabalharem e darem a sua contribuição”, afirmou o jovem imigrante.
Para o responsável, a emigração em busca de formação e melhores oportunidades nem sempre constitui um processo fácil, sobretudo tendo em conta a actual conjuntura económica e social em Portugal.
Ainda assim, considerou que os jovens cabo-verdianos residentes na diáspora podem desempenhar um papel importante no desenvolvimento do país, através da partilha de conhecimentos e competências adquiridos na diáspora.
Nesse sentido, defendeu que o Governo deve criar condições para fixar jovens e permitir que emigrem com responsabilidade e liberdade, para que possam decidir se querem emigrar ou ficar em Cabo Verde e não de forma forçada, como vem acontecendo nos últimos anos.
Segundo a mesma fonte, Gelson Rodrigues anunciou que a organização, criada há dois anos, vai sintetizar as conclusões do encontro num relatório com recomendações a remeter ao Governo de Cabo Verde.
Relativamente à integração da comunidade cabo-verdiana em Portugal, reconheceu que o processo nem sempre é fácil, mas considerou que os cabo-verdianos têm conseguido paulatinamente afirmar a sua cultura e identidade.
Segundo aquele responsável, esse trabalho tem sido desenvolvido tanto individualmente como através das associações, que têm desempenhado um papel importante na união da comunidade cabo-verdiana e no reforço das ligações entre a diáspora e Cabo Verde.
O encontro contou ainda com a presença do presidente da Câmara Municipal de Seixal, Paulo Silva, e dos deputados do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV), Carla Lima, Elisângela Fernandes e Gilson Cardoso, conclui fonte deste jornal.
A Festa de Nossa Senhora da Graça voltou hoje a juntar centenas de cabo-verdianos nas Olaias, em Lisboa, numa celebração religiosa e cultural que há 19 anos cresce e afirma-se entre as principais da diáspora cabo-verdiana em Portugal.
A imigrante santa-catarinense explicou que a festa tem crescido de ano para ano, tanto em número de participantes, incluindo fiéis e imigrantes cabo-verdianos residentes em diferentes regiões de Portugal, como no número de juízes de festa.
Segundo a Inforpress, em declarações aos jornalistas cabo-verdianos, a fundadora da festa, Clarice Monteiro, natural de Chã de Tanque, Santa Catarina de Santiago (Cabo Verde), onde Nossa Senhora da Graça é celebrada anualmente a 15 de Agosto, destacou o envolvimento da comunidade, sobretudo do bairro de Portugal Novo, nas Olaias, na organização e continuidade das festividades.
Para Clarice Monteiro, a organização enfrenta todos os anos vários desafios para garantir a realização da festa, sobretudo na preparação do tradicional almoço de confraternização, mas as dificuldades têm sido ultrapassadas graças ao contributo dos moradores, das autoridades municipais e dos mais de 80 juízes da festa.
A imigrante santa-catarinense explicou que a festa tem crescido de ano para ano, tanto em número de participantes, incluindo fiéis e imigrantes cabo-verdianos residentes em diferentes regiões de Portugal, como no número de juízes de festa.
Apesar da crescente dimensão alcançada pela iniciativa, Clarice Monteiro considerou que não se deve falar numa festa “maior” ou “mais forte” do que as outras festividades realizadas por cabo-verdianos em Portugal, uma vez que cada comunidade tem as suas próprias manifestações religiosas e culturais.
As festividades tiveram início na noite de sexta-feira com uma procissão em honra da santa padroeira de Chã de Tanque, seguindo-se hoje uma missa campal que reuniu centenas de fiéis e imigrantes cabo-verdianos de diferentes regiões do país, num ambiente marcado pela fé, convívio e preservação das tradições.
Após a celebração religiosa, os participantes, entre os mais de 80 juízes de festa, autoridades municipais, representantes religiosos e moradores cabo-verdianos e portugueses reuniram-se num almoço de confraternização.
Conforme descreve a fonte deste jornal, no almoço foram servidos vários pratos típicos de Cabo Verde, com destaque para cachupa, xérem, arroz, massa com carne de cabra, bem como arroz à valenciana.
A programação prossegue durante a tarde com actividades culturais e musicais até às 18:00 com actuações de Afroglow, Batucadeiras das Olaias, fundada em 2019 por Clarice Monteiro, Claúdio Ismael, Neuza e Mika Mendes e animação do Djeejay (DJ) Emotion
A iniciativa é organizada anualmente pela Comissão de Festas Nossa Senhora da Graça – Olaias, com apoio da Associação Paz, Amizade e Cores e da Freguesia do Areeiro.
Também na Damaia, município de Amadora, e Paços de Arcos (Oeiras) a comunidade cabo-verdiana festejou a solenidade de Nossa Senhora da Graça, com actividades religiosas e culturais, conclui a finte referida.
O presidente do Governo Regional da Madeira (PSD/CDS-PP), Miguel Albuquerque, alertou hoje para o perigo do discurso xenófobo em Portugal e garantiu que a região autónoma continuará a acolher e a tratar os imigrantes com "toda a humanidade".
"Nós temos de ter a noção de que não há nenhum madeirense que não tenha tido um familiar emigrado", disse.Por isso, Miguel Albuquerque classificou o "novo discurso xenófobo" em Portugal como uma "vergonha", embora defenda que a imigração deve ser controlada, para assegurar condições dignas de trabalho, habitação e sanidade a quem vier para o país.
"A política do Governo Regional é absolutamente contra algumas tendências, que estão a emergir na sociedade portuguesa e na Europa, de agitar novamente a xenofobia e o racismo", disse, sublinhando que se trata de um discurso que "puxa pelo que de pior tem o ser humano".
Miguel Albuquerque, também líder da estrutura regional do PSD, falava na abertura do Fórum Madeira Global, no Funchal, que conta com a participação de mais de 450 conferencistas provenientes das comunidades madeirenses espalhadas por vários países em todo o mundo.
A "reunião magna" da diáspora madeirense decorre sob o tema "Raízes de Identidade, Pontes para o Futuro", num ano em que se assinala o 50.º aniversário da autonomia da Madeira e os 10 anos do Fórum Madeira Global.
"Nós temos de ter a noção de que não há nenhum madeirense que não tenha tido um familiar emigrado", disse.
Por isso, Miguel Albuquerque classificou o "novo discurso xenófobo" em Portugal como uma "vergonha", embora defenda que a imigração deve ser controlada, para assegurar condições dignas de trabalho, habitação e sanidade a quem vier para o país.
"Agora, [este controlo] não pode assentar num discurso que faz do imigrante o bode expiatório das taras e dos preconceitos que afetam algumas pessoas", disse, para logo reforçar: "Se as pessoas estão mal, ou vão ao psiquiatra, ou trabalham mais para alcançarem aquilo que querem. Não é utilizando os imigrantes para resolver os problemas eleitorais e políticos."
O chefe do executivo regional realçou que "a Madeira continuará a acolher e a tratar os seus imigrantes com toda a humanidade" e, por outro lado, defendeu que Portugal devia promover uma "política em rede", considerando que se trata de uma "nação pluricontinental", com emigrantes em todos os continentes.
"Essa rede é fundamental para a afirmação de Portugal como potência média no mundo", sustentou, argumentando que Portugal não é um país continental, mas atlântico e arquipelágico, sendo que a diáspora lhe dá uma "dimensão cosmopolita essencial para a sua afirmação geopolítica".
Na sessão de abertura do Fórum Madeira Global, foi entregue a Condecoração Madeira Global, uma nova distinção criada pelo Governo Regional para reconhecer cidadãos, instituições ou coletividades da diáspora que se tenham destacado pelo contributo para a promoção da identidade madeirense, pelo apoio às comunidades, pela criação de oportunidades para os madeirenses, pelo investimento na região ou pela ação de solidariedade.
Nesta primeira edição foram distinguidos José Luís Silva, a título póstumo, figura de referência da comunidade portuguesa e madeirense na África do Sul, e os empresários João de Jesus Marques Luís, radicado no Reino Unido, e Felisberto Camacho, da Venezuela.
O programa do Fórum Madeira Global inclui o lançamento, hoje às 16:00, dos volumes II e III do Dicionário Enciclopédico da Madeira, coordenado pelo professor Eduardo Franco.
Na sexta-feira, realiza-se a reunião do Conselho da Diáspora Madeirense, às 10:00, no Salão Nobre do Palácio do Governo Regional, no Funchal, um encontro reservado aos conselheiros representantes das comunidades madeirenses no exterior.
Os imigrantes que iniciem o processo de regularização na Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) passam, a partir do final de Julho, a receber automaticamente o Número de Identificação da Segurança Social (NISS).
A medida integra o programa de transformação digital da Segurança Social, em desenvolvimento desde 2025, e pretende simplificar procedimentos, reduzir a burocracia e aliviar a pressão sobre os serviços presenciais, permitindo que a atribuição do NISS seja feita em tempo real durante o atendimento na AIMA.
Segundo o jornal português Público, a solução resulta da criação de uma ligação informática entre a AIMA e a Segurança Social.
Citado pelo diário, o presidente do Instituto de Informática da Segurança Social, Luís Farrajota, explicou que, até agora, os imigrantes que recorriam à AIMA para regularizar a sua situação eram encaminhados para diferentes organismos para obter documentos como o NISS e o Número de Identificação Fiscal (NIF).
“Quando o cliente chega à AIMA para se regularizar, atualmente a AIMA diz que precisa do NISS e do NIF e manda as pessoas bater à porta dos diversos organismos. O que fizemos foi criar uma ligação entre os dois serviços, o que permite à agência introduzir a identificação da pessoa e nós atribuímos-lhe o NISS em tempo real, sem que a pessoa tenha de ir à Segurança Social”, afirmou o responsável.
A importância da medida é ilustrada pelos números de 2025, ano em que cerca de 250 mil pessoas se deslocaram aos balcões da Segurança Social para solicitar o NISS e tiveram de regressar posteriormente para o levantar, contribuindo para a sobrecarga do atendimento presencial.
23 dias atrás 6 horas atrás
SENHOR PRESIDENTE, DEIXE-SE DE TRETAS: NÓS SABEMOS QUEM O SENHOR É José Maria Neves vem agora dizer que é “muito melho ...