O grupo musical porto-novense Mangala, que toca, sobretudo, músicas tradicionais, foi uma das surpresas da primeira noite da trigésima terceira edição do festival de música da praia de Curraletes, no Porto Novo, em Santo Antão.
O grupo Mangala, fundado há mais de dois anos, integrado por músicos “forasteiros”, ou seja, do interior deste concelho, mas que residem na cidade do Porto Novo, pôs, ao longo da sua actuação, as pessoas a dançarem as mais variadas músicas tradicionais cabo-verdianas.
Arlindo Reis, vocalista e porta-voz deste conjunto musical, disse ter gostado da reacção do público na estreia deste grupo musical no palco do festival de Curraletes e anunciou, para finais deste ano/princípios de 2023, o lançamento do primeiro trabalho discográfico de Mangala.
Trata-se de um disco, intitulado, precisamente, Mangala, que terá 11 faixas musicais inéditas, todas tradicionais, sendo destacar a morna, coladeira e colá São João.
Uma outra actuação” da noite foi a de Lizandra Gomes, natural de Santo Antão, que colocou o público a vibrar e disse ter sido “um grande prazer” poder actuar neste festival, já com mais de três décadas de existência.
A primeira noite deste espectáculo contou ainda com a actuação de Fatú Djaquité, que gostou da sua actuação, tendo anunciado, ainda para este ano, o lançamento de um single e, para o ano que vem, a edição do seu próximo disco, que homenageará as cidades da Praia e Bissau.
“Foi muito bom ter actuado no festival de Curraletes. Senti-me bem acolhida aqui em Porto Novo”, sublinhou Fatú Djaquité.
Este festival, que assinala os 60 anos de criação do concelho do Porto Novo, nesta primeira noite, encerrou com a actuação do rapper do Porto Novo Natz Beatzkila, acompanhado de alguns colegas, também porto-novenses.
Este sábado, no segundo e último dia, o festival abre com o grupo Melodie, seguindo-se a actuação do Dieg, Neyna e Sampedson e Ramboia Band. A Semana com Inforpress
Terms & Conditions
Subscribe
Report
My comments