Donald Trump afirmou esta segunda-feira, 18 de agosto, que o seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky - que está nos EUA para ser recebido na Casa Branca -, pode pôr fim à guerra com a Rússia “quase imediatamente”, mas Kiev não recuperará a Crimeia nem entrará na NATO.
“O Presidente ucraniano Zelensky pode pôr fim à guerra com a Rússia quase imediatamente, se quiser, ou pode continuar a lutar. Lembrem-se de como tudo começou. Não há hipótese de recuperar a Crimeia cedida por Obama (há 12 anos, sem que um único tiro fosse disparado) e NÃO HÁ HIPÓTESE DE A UCRÂNIA ENTRAR NA NATO», escreveu o Presidente dos Estados Unidos na sua rede social, Truth Social.
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, por seu lado, disse a Donald Trump que quer acabar a guerra "rapidamente", mas com uma "paz duradoura".
"Todos nós temos o profundo desejo de pôr fim a esta guerra de forma rápida e fiável. E a paz deve ser duradoura", escreveu Zelensky, na rede social X, numa clara resposta a Donald Trump, horas antes de ser recebido pelo homólogo norte-americano em Washington, onde já se encontra..
Zelensky deverá ser recebido por Trump na Casa Branca, onde chegará acompanhado pelos aliados europeus representantes da 'Coligação dos Dispostos', nomeadamente a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e os líderes de França, Reino Unido, Alemanha, Finlândia e Itália, além do secretário-geral da Aliança Atlântica.
Ataque com drone russo faz sete mortos, incluindo duas crianças
Um ataque com um drone russo a uma zona residencial em Kharkiv matou sete pessoas, incluindo uma criança pequena e um adolescente de 16 anos, durante a noite, informaram as autoridades ucranianas esta segunda-feira, 18.
Oleh Synehubov, governador da região de Kharkiv, escreveu no Telegram que outras 20 pessoas ficaram feridas.
O ataque ocorreu quando o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, já se encontrava em Washington para conversações com Donald Trump.
A Força Aérea informou que a Rússia lançou 140 drones contra a Ucrânia durante a noite, o maior total registado numa única noite desde 4 de agosto.
A Semana com Diário de Notícias/Lusa
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