O chanceler alemão, Friedrich Merz, juntou-se este sábado (16.08) ao Presidente francês, Emmanuel Macron, ao primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, e à presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, no apoio a uma reunião tripartida entre o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, o Presidente russo, Vladimir Putin, e o Presidente norte-americano, Donald Trump.
O apoio a este encontro surge após uma cimeira entre os Estados Unidos e a Rússia não ter produzido resultados, na sequência da reunião entre Trump e Putin, no Alasca.
Merz, Macron, Starmer e Von der Leyen assinaram uma declaração a apoiar a presença da Ucrânia em quaisquer futuras cimeiras EUA-Rússia e insistiram na necessidade de manter a pressão sobre Moscovo, incluindo através de sanções.
A declaração foi igualmente subscrita pela primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, pelo Presidente finlandês, Alexander Stubb, e pelo primeiro-ministro polaco, Donald Tusk.
Os líderes europeus reiteraram ainda que a Rússia "não pode ter poder de veto sobre o caminho da Ucrânia para a União Europeia e a NATO”.
"Será à Ucrânia que caberá tomar decisões sobre o seu território. As fronteiras internacionais não podem ser alteradas pela força.”
Numa publicação na rede X, Merz escreveu: "Acolhemos os esforços do Presidente Trump para pôr fim às mortes na Ucrânia, terminar a guerra de agressão da Rússia e alcançar uma paz justa e duradoura. A Ucrânia pode contar com a nossa solidariedade inabalável, enquanto trabalhamos por uma paz que salvaguarde os interesses vitais de segurança da Ucrânia e da Europa.”
O presidente da Ucrânia mencionou este sábado um cessar-fogo em todas as frentes e a libertação de prisioneiros de guerra, presos civis e crianças ucranianas deportadas como as exigências prioritárias à Rússia diante da possibilidade de um encontro trilateral com o presidente americano, Donald Trump, e o líder russo, Vladimir Putin.
Donald Trump e Vladimir Putin reuniram-se no Alasca, mas o encontro terminou sem resultados concretos. O Presidente dos EUA falou em “reunião produtiva”, evitou criticar Moscovo e deixou em aberto novas negociações..
A Semana com DW/Agências
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