domingo, 31 agosto 2025

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Primeiro-ministro anuncia dois dias de luto nacional pelas mortes em São Vicente

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O primeiro-ministro informou esta segunda-feira que o Governo decretou dois dias de luto nacional, a partir de hoje, 12,, por causa das mortes provocadas pelas chuvas em São Vicente.

 

Sobre as pessoas que saquearam estabelecimentos, o primeiro-ministro considerou que não há nada que justifique aproveitar-se da desgraça e dos problemas dos outros.“Isso não pode acontecer. As forças policiais vão ser reforçadas, porque primeiro é preciso apelar à consciência de cada um, sabendo que estamos em situação de fragilidade e as pessoas que têm os seus negócios e suas casas não podem ser objecto de pilhagem dos que querem tirar proveito desta situação”, afirmou. 

 

Ulisses Correia e Silva anunciou esta medida durante a sua visita às famílias enlutadas, considerando que São Vicente viveu “uma das tragédias mais graves que aconteceram em Cabo Verde”.

“Lamento a perda de vidas humanas, pessoas desaparecidas, crianças, porque de facto é uma perda irreparável”, afirmou o chefe do Governo, que deixou uma “mensagem de consternação e pêsames e força para as famílias”. 

Ulisses Correia e Silva lembrou que se está perante a força da natureza que desafia a criatividade dos homens, pelo que, observou, são situações que não se consegue prever totalmente os seus impactos. 

“Dados mostram que a chuva começou branda, depois passou para mais de 50 milímetros e depois para mais 100 milímetros, o que fez muitos estragos”, declarou. 

O primeiro-ministro recordou, igualmente, que o Governo também decretou situação de calamidade, o que vai permitir mobilizar recursos internos e externos para reparar os estragos, desobstruir as vias e fazer reconstrução de infraestruturas. 

Quanto às pessoas que ficaram desalojadas, o primeiro-ministro disse que vai disponibilizar as casas sociais na Vila Rozar, na zona de Iraque, Ribeira de Julião, para realojar famílias de forma temporária para depois garantir a reconstrução. 

Por isso apelou à solidariedade dos cabo-verdianos no País e na diáspora para ajudar na reconstrução de São Vicente, informando que estabeleceu contactos com a União Europeia, com o Banco Mundial, além de acionar o Fundo Nacional Emergência para “dar resposta aos prejuízos cujos montantes são avultados”. 

Sobre as pessoas que saquearam estabelecimentos, o primeiro-ministro considerou que não há nada que justifique aproveitar-se da desgraça e dos problemas dos outros.

“Isso não pode acontecer. As forças policiais vão ser reforçadas, porque primeiro é preciso apelar à consciência de cada um, sabendo que estamos em situação de fragilidade e as pessoas que têm os seus negócios e suas casas não podem ser objecto de pilhagem dos que querem tirar proveito desta situação”, afirmou. 

Em relação aos estragos em Santo Antão e São Vicente a mesma fonte informou que estão sob a atenção do Governo.

 

A Semana com Inforpress

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Colunistas

Opiniões e Feedback

Mario
1 day

Faça-se o monumento! A história vai agradecer!

Terra
1 day 5 hours

A democracia em Cabo Verde nao existe direitos da liberdade so existe para os políticos? Me disculpa dereito de falar.

Filomena
1 day 17 hours

Oxalá se resolva de uma vez por todas o probkema dos transportes para a Brava. Quem é esse. engracado que vaticinou que ...

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