domingo, 14 julho 2024

I INTERNACIONAL

Putin elogia soldados na frente de batalha na Ucrânia e rearmamento da Rússia

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O Presidente da Rússia saudou hoje os soldados que estão a lutar na Ucrânia e o aumento da produção militar do país, numa homenagem às forças armadas, na véspera do segundo aniversário da invasão.

Num vídeo divulgado pela presidência russa, Vladimir Putin descreveu os soldados na frente de batalha na Ucrânia como “autênticos heróis do povo”.

“Nos últimos anos, as empresas do complexo militar-industrial aumentaram a produção e entrega às tropas das armas mais solicitadas”, acrescentou o chefe de Estado.

Horas antes, a polícia da Ucrânia anunciou uma nova vaga de ataques russos com mísseis e drones, um dos quais causou a morte de três pessoas em Odessa, no sul do país.

O ataque causou um incêndio numa infraestrutura civil, que já foi controlado, acrescentou a polícia, na plataforma de mensagens Telegram.

O governador da região de Dnipropetrovsk (centro-leste), Sergiy Lysak, descreveu, também no Telegram, uma “noite de horror”, com equipas de resgate a procurarem pessoas “soterradas entre os escombros de um prédio gravemente danificado” com apartamentos “completamente destruídos”.

No relatório diário publicado esta manhã, o Estado-Maior do exército ucraniano referiu ataques noturnos de drones e mísseis russos no país, acrescentando que a defesa aérea abateu 23 drones.

Os EUA vão anunciar hoje novas sanções dirigidas à Rússia, desta vez visando mais de 500 entidades ligadas “aos seus apoios e à sua máquina de guerra”, disse um porta-voz do Departamento do Tesouro à agência de notícias France-Presse.

“Vai ser o conjunto [de sanções] mais importante desde o início da invasão da Ucrânia”, especificou a fonte.

As sanções vão ser aplicadas pelos departamentos de Estado e do Tesouro e constituem a maior fatia singular das decididas desde o início da invasão russa da Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022.

A Casa Branca tinha prometido sanções significativas em resposta à morte na semana passada de Alexei Navalny, o principal crítico do Presidente russo, Vladimir Putin, numa prisão no Ártico.

Na quinta-feira, depois de se reunir com a viúva e a filha de Navalny, Biden disse que as sanções iriam ser “contra Putin, que é o responsável pela morte”.

Milhares de medidas já foram impostas a dirigentes, empresários, bancos, empresas e setores inteiros da economia da Federação Russa desde o início da guerra.

O EUA e outros aliados da Ucrânia tinham esperança em afetar e isolar a economia russa com uma sucessão de sanções dirigidas ao setor financeiro e fontes de rendimento, como as vendas de petróleo.

Mas Putin trabalhou com o Irão e outros países para minimizar o impacto das sanções internacionais, o que levou a economia russa a crescer a um ritmo inesperadamente saudável, como sinalizou o Fundo Monetário Internacional.

A Semana com Lusa

23 de Fevereiro de 2024

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