sexta-feira, 14 junho 2024

Portugal: “Diáspora é um dos pilares essenciais da identidade cabo-verdiana” – Presidente da República

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O Presidente da República classificou hoje em Loulé, Algarve (Portugal), a diáspora como “um dos pilares essenciais” da identidade cabo-verdiana e do desenvolvimento do País, e pediu continuar a contribuir para o crescimento de Cabo Verde.

José Maria Neves fez essas declarações num encontro que manteve com a comunidade cabo-verdiana em Loulé, no âmbito da sua primeira visita oficial como chefe de Estado a Portugal, a convite do seu homólogo português, Marcelo Rebelo de Sousa, revela a Inforpress.

A diáspora é um dos pilares essenciais da identidade cabo-verdiana. Somos um Estado diaspório, porque temos cabo-verdianos em todo mundo”, frisou, acrescentando que a diáspora tem participado “activamente no desenvolvimento” de cada um dos seus municípios e de Cabo Verde em geral.

Para o Presidente da República, o arquipélago olha para a sua comunidade espalhada pelo mundo como o seu primeiro embaixador no mundo, lembrando que o chefe de Estado é o “símbolo da união da Nação global cabo-verdiana”.

“Queria agradecer-vos por tudo por tudo que têm feito para Cabo Verde”, disse, enaltecendo que é no momento difícil para Cabo Verde por causa da pandemia que foi possível ver toda a solidariedade dos que vivem fora do País, fazendo com que também as remessas aumentassem.

Por outro lado, José Maria Neves reconheceu que nesses 47 anos de independência, o arquipélago “cresceu muito” do ponto de vista político e institucional, mas que continua a enfrentar constrangimento, nomeadamente a seca, que nos últimos cinco anos tem sido permanente.

“A pandemia veio, para além da seca, acrescentar grande constrangimento a Cabo Verde, o turismo parou e perdemos quase 15 por cento (%) da riqueza nacional”, indicou, contando que medidas para mitigar os efeitos nefastos da pandemia estão sendo tomadas pelo Governo, garantindo que para a diáspora as autoridades nacionais continuam a trabalhar para também resolver os seus problemas.

Segundo ainda a Inforpress, o Presidente da República também recebeu a Chave de Humanismo da cidade das mãos do Presidente da Câmara Municipal de Loulé, Vítor Aleixo, que lembrou que a comunidade cabo-verdiana já tem mais de meio século instalada no concelho, com uma “boa integração” e sendo “exemplo” para a sociedade.

Em relação à preocupação da comunidade sobre um consulado em Loulé, o embaixador de Cabo Verde em Portugal, Eurico Monteiro, garantiu que já há decisão de transferir a representação em Portimão para Loulé, mas também que, agora, a partir do portal do consulado, já se pode prestar todo o serviço.

Quanto à alfândega, que a emigrante Maria José colocou, afirmando ter dificuldades em desalfandegar encomendas, mesmo quando são para ajudar escolas ou associações, o ministro das Comunidades, Jorge Santos, explicou que um conjunto de medidas para ajudar os emigrantes, sendo que algumas já entraram em vigor e outras a partir desta segunda-feira, 01 de Agosto, conclui a fonte deste jornal.

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Colunistas

Opiniões e Feedback

Antonio
17 days 11 hours

Que grande reflexão do Água Lusa!!! Bem enquadrado. Até os nascidos na era portuguesa não são valorizados.

Daniel Dias
21 days 16 hours

Coitado do Leão Vulcão. Perdeu o emprego.

liketerra
23 days 9 hours

A criminalidade Murdeira já é de muito tempo e inclui os proprios admnistradores condominio que mandam os guardas agridi

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