segunda-feira, 28 setembro 2026

E Economia

Taxa de Inflação Homóloga diminuiu 1,9 pontos percentuais

A taxa de variação homóloga registada pelo IPC em Março foi de 4,1%, diminuindo 1,9 pontos percentuais face ao valor registado no mês de Fevereiro, segundo dados do Instituto Nacional de estatística. A variação mensal observada entre esses dois meses foi de -1,0%, inferior em 1,8 p.p. à registada no mês anterior. Já a variação média dos últimos doze meses situou-se em 7,1%, mantendo o mesmo nível verificado no mês anterior.

As variações homólogas positivas mais expressivas ocorreram sobretudo nas Classes dos Bens e serviços diversos (+10,4%), Acessórios, equipamento domésticos e manutenção corrente da habitação (+8,1%), Saúde (+7,0%) e Produtos alimentares e bebidas não alcoólicas (+6,4%). A classe do Vestuário e calçado (-1,9%) manteve a tendência de quebra dos últimos cinco meses e a dos Transportes (-0,5%) registou uma quebra acentuada, devido à redução do preço dos combustíveis.

As Classes dos Produtos alimentares e bebidas não alcoólicas, Acessórios, equipamento domésticos e manutenção corrente da habitação e Bens e serviços diversos contribuíram com cerca de 91% para a formação da taxa de variação homóloga do IPC total Nacional. As do Vestuário e calçado (+1,4%), Saúde e Bens e serviços diversos (ambas com +0.2%), registaram as variações mensais positivas mais expressivas.

Em sentido oposto, as Classes dos Transportes (-7,8%), Produtos alimentares e bebidas não alcoólicas (-0,6%), Bebidas alcoólicas e tabacos e Lazer, recreação e cultura (ambas com -0,2%), registaram taxas de variação mensal negativas mais elevadas. A nível dos subgrupos, as variações mensais mais significativas foram observados no Açúcar, doces de fruta, produtos de confeitaria, aviamentos para vestuário, calçado e vinhos.

As principais descidas de preços ocorreram nos combustíveis e lubrificantes, produtos hortícolas, peixe e artigos de cerâmicos de uso doméstico e de decoração.

A nível regional, registaram-se variações mensais negativas em Santo Antão (-1,0%), São Vicente (-1,5%) e Santiago (-0,9%). As variações médias de 12 meses do IPC em Santo Antão e de S.Vicente mantêm-se superiores à do índice nacional em 5,4 p.p. e 0,1 p.p. respectivamente. Santiago apresentou uma taxa inferior em 0,7 p.p., face à média nacional.

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Comentários

joão do rosário
22 dias atrás 2 horas atrás

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jcf
23 dias atrás 18 horas atrás

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joão do rosário
26 dias atrás

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