domingo, 26 julho 2026

Portugal: Cabo-verdiano suspeito de matar mulher ouvido hoje pelo tribuna

O cabo-verdiano suspeito de ter matado com golpes de faca a mulhuer grávida de oito meses (ver voto), na localidade do Barreiro (Setúbal), deve ser ouvido hoje pelo tribunal. Um crime que deixou revoltada a comunidade cabo-verdiana e não só em Portugal.

Segundo lembra a Inforpress, o homem de 31 anos foi detido na quinta-feira, 18, no Aeroporto Internacional de Lisboa quando tentava sair de Portugal, e terá cometido o crime na terça-feira, 16, anunciado num ‘post’ na sua rede social Facebook, entretanto apagado.

O suspeito foi intercetado pela PSP, no aeroporto de Lisboa, na sequência de solicitação do Departamento de Investigação Criminal de Setúbal, após recolha de informação sobre eventual fuga para o estrangeiro”, refere a nota divulgada pela Polícia Judiciária portuguesa.

Perante o aviso, esta divisão reforçou o controlo de pessoas no aeroporto e o suspeito foi “intercetado na zona das partidas”, tendo-lhe sido apreendida, na revista, uma faca.

O detido que terá cometido o crime com esta arma branca, tendo a jovem grávida de 38 anos encontrada com golpes no corpo, sobretudo na barriga, foi preso depois de o alerta para a polícia ter sido dado pela família na madrugada de quinta-feira, tendo depois o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) confirmado o óbito no local do crime.

Conforme ainda a Inforpress, o cabo-verdiano, que deve ser ouvido hoje no Tribunal do Barreiro para aplicação de medidas de coação, deixou a comunidade cabo-verdiana e em Portugal, e não só, revoltada com o crime que ceifou a vida da cabo-verdiana, que deixou quatro filhos, três dos quais menores.

“Ele tira a vida a uma mulher grávida de oito meses e ainda tem lata de dizer que não fez mal a ninguém, quem tem de se tratar é ele que pelos vistos também não bate bem da cabeça”, disse Ana Gomes.

Assassino sem carácter. Ainda tem lata de vir publicar o que fez. Isso tudo é desculpa para fugir do que fez”, afirmou Felismina João, e Flor Mendes a ir mais longe, chamando-o de “nojento”.

O mundo está perdido (…), isso não se faz. Ainda vem falar que não fez mal nenhum. Triste. Meus sentimentos à família da vítima e ao bebé”, disse Bruno Alves, mas Adelia Serrão considerou que “a doença mental é complicada, se não for tratada pode ter consequências graves, como é o caso”.

De acordo com o jornal português Correio da Manhã, no ‘post’ apagado, o suspeito contou que matou a namorada porque esta lhe colocava “remédio na comida” e porque ela estava grávida do filho que não era dele e que começou a namorar com “segundas intenções”.

Que o fez porque o ameaçaram e teve que “agir primeiro”, lamentando que “ninguém tem direito de tirar a vida de ninguém”, mas que “ela agiu de má-fé” e que também a «criança não merecia nada disso».

Depois da publicação deste ‘post’, que apagou, e antes de ser detido, também em crioulo, publicou um outro a dizer “Bom pessoal paga kel poste pmd és ameaça nha familias la Cabo Verde. Pelo visto nka sabi kusé k djes fazi” (apaguei o post porque ameaçaram a minha família em Cabo Verde. Pelos vistos não sei o que já fizeram), conclui a Inforpress.

O cabo-verdiano suspeito de ter matado com golpes de faca a mulhuer grávida de oito meses (ver voto), na localidade do Barreiro (Setúbal), deve ser ouvido hoje pelo tribunal. Um crime que deixou revoltada a comunidade cabo-verdiana e não só em Portugal.

Segundo lembra a Inforpress, o homem de 31 anos foi detido na quinta-feira, 18, no Aeroporto Internacional de Lisboa quando tentava sair de Portugal, e terá cometido o crime na terça-feira, 16, anunciado num ‘post’ na sua rede social Facebook, entretanto apagado.

O suspeito foi intercetado pela PSP, no aeroporto de Lisboa, na sequência de solicitação do Departamento de Investigação Criminal de Setúbal, após recolha de informação sobre eventual fuga para o estrangeiro”, refere a nota divulgada pela Polícia Judiciária portuguesa.

Perante o aviso, esta divisão reforçou o controlo de pessoas no aeroporto e o suspeito foi “intercetado na zona das partidas”, tendo-lhe sido apreendida, na revista, uma faca.

O detido que terá cometido o crime com esta arma branca, tendo a jovem grávida de 38 anos encontrada com golpes no corpo, sobretudo na barriga, foi preso depois de o alerta para a polícia ter sido dado pela família na madrugada de quinta-feira, tendo depois o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) confirmado o óbito no local do crime.

Conforme ainda a Inforpress, o cabo-verdiano, que deve ser ouvido hoje no Tribunal do Barreiro para aplicação de medidas de coação, deixou a comunidade cabo-verdiana e em Portugal, e não só, revoltada com o crime que ceifou a vida da cabo-verdiana, que deixou quatro filhos, três dos quais menores.

“Ele tira a vida a uma mulher grávida de oito meses e ainda tem lata de dizer que não fez mal a ninguém, quem tem de se tratar é ele que pelos vistos também não bate bem da cabeça”, disse Ana Gomes.

Assassino sem carácter. Ainda tem lata de vir publicar o que fez. Isso tudo é desculpa para fugir do que fez”, afirmou Felismina João, e Flor Mendes a ir mais longe, chamando-o de “nojento”.

O mundo está perdido (…), isso não se faz. Ainda vem falar que não fez mal nenhum. Triste. Meus sentimentos à família da vítima e ao bebé”, disse Bruno Alves, mas Adelia Serrão considerou que “a doença mental é complicada, se não for tratada pode ter consequências graves, como é o caso”.

De acordo com o jornal português Correio da Manhã, no ‘post’ apagado, o suspeito contou que matou a namorada porque esta lhe colocava “remédio na comida” e porque ela estava grávida do filho que não era dele e que começou a namorar com “segundas intenções”.

Que o fez porque o ameaçaram e teve que “agir primeiro”, lamentando que “ninguém tem direito de tirar a vida de ninguém”, mas que “ela agiu de má-fé” e que também a «criança não merecia nada disso».

Depois da publicação deste ‘post’, que apagou, e antes de ser detido, também em crioulo, publicou um outro a dizer “Bom pessoal paga kel poste pmd és ameaça nha familias la Cabo Verde. Pelo visto nka sabi kusé k djes fazi” (apaguei o post porque ameaçaram a minha família em Cabo Verde. Pelos vistos não sei o que já fizeram), conclui a Inforpress.

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Comentários

Soares
14 dias atrás

Pobresa , palavra que precisa sair nosso dicionário.

Miranda
18 dias atrás

Boa sorte

Terra
9 dias atrás

Mesmo verdade roupa sujo tem que ser lavado dentro da casa para os que não sabe o que fala,

Pub-Reportagem

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