O primeiro-ministro anunciou hoje a atribuição de uma pensão mensal de 75 mil escudos aos antigos jogadores pioneiros da selecção nacional de futebol que se encontrem em situação de vulnerabilidade económica ou de saúde.
Ulisses Correia e Silva explicou que a pensão será atribuída aos antigos jogadores em situação de vulnerabilidade e sem rendimentos superiores ao valor fixado, referindo que alguns dos pioneiros já faleceram e outros enfrentam dificuldades económicas ou problemas de saúde.
O anúncio foi feito por Ulisses Correia e Silva durante a cerimónia de lançamento do selo comemorativo da primeira participação de Cabo Verde num Campeonato do Mundo de futebol, promovida pelos Correios de Cabo Verde, na Cidade da Praia.
Segundo o chefe do Governo citado pela Inforpress, a medida resulta de um trabalho desenvolvido nos últimos meses e destina-se a reconhecer o contributo dos atletas que integraram os primeiros passos da selecção nacional após a independência.
Ulisses Correia e Silva explicou que a pensão será atribuída aos antigos jogadores em situação de vulnerabilidade e sem rendimentos superiores ao valor fixado, referindo que alguns dos pioneiros já faleceram e outros enfrentam dificuldades económicas ou problemas de saúde.
O primeiro-ministro considerou tratar-se de um acto de justiça e reconhecimento para com atletas que contribuíram para o desenvolvimento do futebol cabo-verdiano numa época marcada por limitações ao nível das infra-estruturas e dos recursos disponíveis.
O governante, prossegue a mesma fonte, anunciou ainda a intenção de condecorar estes antigos jogadores, em articulação com a Federação Cabo-verdiana de Futebol e os próprios homenageados.
Segundo indicou, deverão ser abrangidos pela medida cerca de quatro ou cinco antigos internacionais.
Na ocasião, Ulisses Correia e Silva destacou igualmente o significado do selo comemorativo lançado pelos Correios de Cabo Verde, considerando que a primeira participação da selecção nacional num Mundial constitui um marco histórico que deve ser preservado e celebrado.
O chefe do Executivo desejou ainda sucesso aos Tubarões Azuis na competição, afirmando que a presença da selecção no Mundial representa Cabo Verde e as comunidades emigradas espalhadas pelo mundo.
Durante a intervenção, recordou os primeiros anos da selecção nacional e as dificuldades enfrentadas pelos jogadores que ajudaram a construir a história do futebol cabo-verdiano.







Terms & Conditions
Report
My comments