A Ucrânia admite perder territórios que já são ocupados pela Rússia para garantir o fim da guerra, noticia o jornal britânico “The Telegraph”, que cita fontes de governos ocidentais, aos quais o Presidente Zelensky terá comunicado novas linhas vermelhas para um eventual acordo de paz.
O Presidente ucraniano só aceita, segundo o diário londrino, um entendimento que garanta condições de segurança à Ucrânia, como o envio de armas ao país para se defender de Moscovo e um caminho para a entrada na NATO.
A Europa, escreve ainda o jornal, entende que deve dar apoio à Ucrânia nas negociações, algo que fortalece a posição ucraniana. A Polônia, por exemplo, entende que “é claro que fronteiras não podem ser alteradas pela força”. Para o primeiro-ministro Donald Tusk, “a guerra da Rússia com a Ucrânia não pode trazer benefícios ao agressor”.
Negociações entre Trump e Putin
Antes de assumir a presidência, Trump prometera acabar com a guerra na Ucrânia em 24 horas, algo que não foi concretizado. Com o passar do tempo, a relação do chefe de Estado com a Rússia, inicialmente positiva, deteriorou-se.
Recentemente, os países trocaram provocações publicas, e os EUA mobilizaram dois submarinos nucleares, posicionados perro da Rússia. Moscovo alertou que “numa guerra nuclear não há vencedores” e realizou exercícios militares conjuntos com a China que incluíam um trabalho de destruição de um submarino.
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