Os professores da ilha do Fogo ignoraram a greve de dois dias convocada pelos vários sindicatos representativos da classe, segundo constatou a Inforpress junto dos estabelecimentos de ensino.
Numa ronda efectuada na manhã de hoje, pelos quatro estabelecimentos de ensino existentes na cidade de São Filipe, nomeadamente a escola secundária Dr. Teixeira de Sousa e as escolas do Ensino Básico Obrigatório de Cobom, Santa Filomena e Pedro Cardoso, a Inforpress constatou que não havia sinais de paralisação.
O representante do Sindicato Democrático dos Professores (Sindprof), Jailson Cardoso, contactado pela Inforpress após uma ronda pelos estabelecimentos de ensino, confirmou a ausência de adesão tanto na cidade de São Filipe como nas escolas do interior da ilha.
A greve, que tinha como objectivo reivindicar sobre a imposição pelo Governo do Plano de Cargos, Funções e Remuneração (PCFR), que foi vetado pelo Presidente da República, a não publicação do diploma sobre os subsídios pela não redução de carga horária e melhores condições de trabalho.
Jailson Cardoso lembrou que a nível da ilha tem sido difícil mobilizar os professores.
Com relação ao Sindicato Nacional dos Professores não foi possível contactar os seus dirigentes e, durante a passagem pelas escolas, nenhum representante deste sindicato se encontrava nas proximidades dos estabelecimentos de ensino mencionados.
A Semana com Inforpress
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