Segundo o presidente da APPRB, José Rui de Oliveira, os beneficiários deste que considerou “um grande projecto do Governo” receberam as suas embarcações em finais de Maio e já regressaram ao mar em busca de sustento para as suas famílias.
Não obstante os atrasos registados no arranque, o líder associativo notou que mais importante é que todas as embarcações “totalmente fibradas” ganharam “maior durabilidade, segurança e mobilidade”.
Nesse sentido, instou os proprietários e pescadores a preservarem as mesmas para que possam ver outras das suas reivindicações atendidas como arrastadouros de bote, construção de cais de pesca e aquisição de motores de popa.
O projecto enquadra-se no âmbito do edital número um, para fibragem de embarcações de pesca artesanal, financiado a 100 por cento (%) pelo Ministério do Mar, através do Fundo Autónomo das Pescas. "O mesmo visa conferir maior segurança e maior praticidade, reduzir o gasto de combustível e o tempo de manutenção das embarcações".
ASemana com Inforpress

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