Foram 24 horas de sirenes, explosões e fogo no céu. A Rússia voltou a atacar em massa a Ucrânia, deixando pelo menos cinco mortos e 61 feridos, segundo balanços regionais divulgados este domingo.
Foi mais uma noite em que os drones e mísseis russos desenharam um mapa de destruição de Zaporizhzhia a Odessa, de Dnipro a Kherson. O número fala por si: 142 drones Shahed, entre aparelhos de ataque e "iscos", lançados sobre o território ucraniano. A Força Aérea conseguiu abater 126, mas 16 chegaram ao destino. Resultado: 10 locais atingidos, seis outros com destroços a cair sobre casas e ruas.
Em Kherson, registaram-se dois mortos e 14 feridos. E foram atingidas nove habitações, também instituições de saúde e ensino, um edifício administrativo, vários carros e até um posto de combustível. Uma das vítimas foi uma mulher morta por uma carga explosiva largada de um drone.
Já Zaporizhzhia foi das regiões mais fustigadas, com pelo menos um morto e 37 feridos. O governador Ivan Fedorov contabilizou 382 relatórios de danos, de apartamentos a armazéns agrícolas e infraestruturas críticas.
No Donbass, Donetsk chorou mais duas vidas perdidas e cinco feridos em ataques ao longo do último dia. Odessa voltou a ser outro dos alvos preferenciais da artilharia russa, desta vez contra a rede energética. Em Chornomorsk e arredores, contabiliza-se destruição em habitações privadas, prédios administrativos danificados e, sobretudo, na rede elétrica local, com mais de 29 mil consumidores sem eletricidade.
Dnipro também não escapou à vaga de ataques da Rússa. Foram danificadas casas, edifícios residenciais, linhas elétricas e gasodutos. Enquanto na região de Sumy, dois homens ficaram feridos gravemente em ataques aéreos e com drones.
A Semana com CNN Portugal







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