De acordo com uma a nota do MAI, a que a Inforpress teve acesso, o inquérito foi aberto na sequência de queixas apresentadas pelos referidos cidadãos contra efectivos da Polícia Nacional afectos à Unidade de Fronteira Aérea do Sal.
“Concluída a fase de instrução, levada a cabo por um magistrado, Inspector Superior do Ministério Público, o relatório final conclui que não se verificaram quaisquer indícios da prática dos factos denunciados pelos nigerianos”, indica a mesma fonte da Inforpress.
Por não terem sido identificados comportamentos susceptíveis de lesar os interesses de bom funcionamento da Polícia Nacional e o prestígio da função dos seus agentes e funcionários, “foi determinado o arquivamento do processo de inquérito”.

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