O morador de Palmarejo Jorge Barbosa defendeu hoje que os parquímetros recentemente instalados na zona devem manter-se, mas com isenção total para os residentes, à semelhança do que acontece em “varias cidades do mundo”.
Em declarações à Inforpress, Jorge Barbosa sublinhou que não é contra a medida de ordenamento do estacionamento, mas é contra a aplicação de tarifas aos moradores.
“Não é politiquismo. É exigir um direito de um cidadão que tem casa, tem a família, tem custos, paga imposto de IUP, paga imposto de circulação, compra apartamento, paga custos do banco e ainda paga IRS ao Governo”, explicou.
“Ainda está a surgir mais um imposto que o cidadão tem de cobrir para sustentar máquinas da câmara municipal e máquinas do Governo”, acrescentou.
O residente reconhece que os paquímetros podem ajudar a resolver problemas como veículos abandonados ou estacionados durante longos períodos, mas insiste que os residentes devem ter tratamento diferenciado.
Segundo Jorge Barbosa, a Empresa de Mobilidade e Estacionamento da Praia (EMEP) apresentou um resultado de 25 mil contos e um resultado líquido de nove mil contos, que na sua opinião não justifica cobrar mais um imposto aos moradores.
Actualmente a tarifa cobrada é de 60 escudos por hora, com um pagamento mínimo de 15 escudos.
O morador defende que os comerciantes e zonas de descargas devem manter o pagamento, mas que a cobrança aos moradores deve ser eliminada.
Barbosa integra um grupo de cidadãos que recolhe assinaturas para uma petição a ser entregue ao presidente da Câmara Municipal da Praia, ao Provedor da Justiça e à EMEP.
“Queremos uma resposta em 15 ou 20 dias. Se a situação se mantiver, vamos convidar a população a sair à rua”, adiantou.
A Semana com Inforpress
Opinião
Barbosa, no Plateau vemos pagando, contrariados, mas em apoio ao Municipio.Claro que a isenção seria para todos.
Alerta , Provedro Justiça.
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