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Lisboa celebra em julho a música lusófona na primeira edição do Festival Festeja
Paulo Flores, Lura, Anna Joyce, Cuca Roseta e mais de 20 artistas juntam-se em Lisboa para a primeira edição do Festival Festeja , que se anuncia como "o grande palco" de celebração da música lusófona. Segundo a imprensa portuguesa que cita Lusa, nos dias 17 e 18 de julho, o Estádio do Olivais e Moscavide junta "algumas das maiores referências da música dos países africanos de língua portuguesa, promovendo um encontro entre diferentes gerações" faz saber a organização do evento em comunicado. O Festival Festeja convida o público a celebrar a música, a cultura e a união da lusofonia numa edição "histórica" que assinala também os 30 anos da rádio pública RTP África. “O Festival Festeja é a materialização de uma história de 30 anos de ligação da RTP África Rádio às comunidades lusófonas. Queremos proporcionar um evento memorável que celebra a riqueza cultural dos nossos países, através da música, da proximidade e da partilha entre artistas e público”, destaca o Grupo Chiado, responsável pela promoção do evento. Segundo a mesma fonte, para o primeiro dia, 17 de julho, estão confirmadas as atuações de Anna Joyce, Cuca Roseta, Dynamo, Yasmine, Pérola, Filho do Zua, Edmásia Mayembe, Twenty Fingers, Mark Exodus e Paulelson . No dia seguinte, 18 de julho, atuam Paulo Flores, Tabanka Djaz, Lura, Anderson Mário, Justino Delgado, Tshunami, Kelson Most Wanted, Mobbers, Biura, Lurdes Miranda e Gaby Fernandes. Nos dois dias o encerramento do Festeja está a cargo do Kizomba na Rua, projeto comunitário de música e dança ao ar livre. Segundo a organização, "o cartaz combina diferentes estilos e gerações, juntando artistas históricos a alguns dos nomes mais populares da atualidade", com o objetivo de "chegar a públicos diversos". Mais do que um festival, o Festeja pretende afirmar-se como "um espaço de encontro, partilha e valorização da identidade cultural lusófona", homenageando o percurso da rádio RTP África enquanto plataforma de divulgação da música, da cultura e dos artistas dos países africanos de língua portuguesa. Conforme ainda a fonte deste jornal, vai ser um festival " aberto", "inclusivo" e " cheio de vida" , cuja produção é "ambiciosa" e se coloca à altura " dos grandes palcos internacionais", pode ler-se no comunicado divulgado hoje. "Mais do que celebrar o passado, nomeadamente os 30 anos da RTP África, este é o palco onde se vive o presente e se projeta o futuro da música que liga continentes", promete a organização. Os bilhetes estão disponíveis através do 'site' do Grupo Chiado (grupochiado.com) e "nos locais habituais".
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