quarta-feira, 08 julho 2026

Fogo: Casa da Memória celebra 25 anos a preservar a história e a cultura da ilha

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A Casa da Memória, espaço emblemático dedicado à preservação e valorização da cultura da ilha do Fogo, assinalou hoje o seu 25.º aniversário de funcionamento e reafirmou o seu papel como guardiã do património histórico.

 Fundada em 2001 como uma iniciativa privada, a instituição nasceu com a missão de “guardar a memória do passado, construir a história do futuro”, segundo a sua promotora Monique Widmer ciatda pela Inforpress.

Ao longo de duas décadas e meia, consolidou-se não apenas como um espaço de conservação, mas também como um ponto de partida para novas investigações e redescobertas sobre a rica herança cultural da ilha.

Para assinalar a data, a Casa da Memória optou por uma celebração simples, abrindo portas ao público com uma mini exposição de álbuns fotográficos que retratam diferentes fases da sua trajetória.

Entre os registos apresentados, destacam-se, segundo a mesma fonte,  imagens da recuperação do edifício, da inauguração, bem como de conferências, lançamentos de livros e artigos publicados na imprensa ao longo dos 25 anos.

O aniversário foi ainda marcado pela integração de novas peças no acervo, nomeadamente pano de terra, um centro de mesa e um molheiro, oferecidos à instituição como forma de reconhecimento pelo trabalho desenvolvido.

Nos primeiros cinco anos de funcionamento, o foco esteve na definição e organização dos conteúdos e posteriormente, segundo Monique Widmer, a Casa da Memória intensificou a sua programação cultural, promovendo conferências temáticas, lançamentos de livros e outras iniciativas.

Durante cerca de 12 anos, foram realizadas mais de 200 actividades, contribuindo significativamente para a dinamização cultural da ilha.

O espaço,prossegue a Inforpress, conta actualmente com duas bibliotecas: uma dedicada a obras modernas sobre o Fogo e Cabo Verde, e outra composta por livros antigos provenientes de três bibliotecas familiares que foram cedidas à instituição, enriquecendo o seu acervo histórico.

Ao completar 25 anos, a Casa da Memória reafirma-se como um espaço vivo de cultura, conhecimento e identidade.

Como desafio a curto prazo, Monique Widmer está a mobilizar parcerias para a digitalização das bibliotecas que possuem alguns exemplares únicos, mas também a melhoria do site da instituição.

A Casa da Memória e a sua mentora pretendem continuar a construir a ponte entre a ilha e outras partes do mundo e a oferecer aos visitantes uma oportunidade única de mergulhar na história e nas raízes dos foguenses, refere a fonte deste jornal.

 

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Colunistas

Opiniões e Feedback

Miranda
15 days 23 hours

Boa iniciativa essa da reedição de Lexico de Armando Napoleão Fernandes, de S.Catarina. Avante com o trabalho e força ...

jmn
18 days 9 hours

Francisco Carvalho recebeu do povo cabo-verdiano uma oportunidade histórica. Uma maioria absoluta não é um prémio pessoal ...

Terra
22 days 13 hours

A nossa terra a muito que fazer sobre descriminação sobre essas matérias os nossos políticos estão a usar memórias d ...

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