segunda-feira, 05 outubro 2026

China pede a Israel para suspender operação em Rafah "o mais rapido possível"

 

"A China está a acompanhar de perto a evolução da situação na região de Rafah e opõe-se e condena as ações que prejudicam os civis e violam o direito internacional", declarou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês em comunicado.

Pequim apela a Israel "para que termine a operação militar o mais rápido possível e faça tudo o que estiver ao seu alcance para evitar vítimas civis inocentes, de modo a evitar uma catástrofe humanitária ainda maior na região de Rafah", continuou.

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ordenou recentemente ao exército que preparasse uma ofensiva em Rafah, onde se encontram 1,4 milhões de palestinianos, segundo a ONU, mais de metade da população total do território.

Na segunda-feira, Netanyahu reiterou a determinação em continuar a "pressão militar até à vitória completa" sobre o movimento islamita palestiniano Hamas, que tem como "último reduto" Rafah, para libertar os reféns israelitas. No mesmo dia, Israel conseguiu libertar dois reféns israelo-argentinos, em Rafah, na fronteira com o Egito.

Essa operação dos comandos israelitas foi acompanhada de bombardeamentos que fizeram cerca de uma centena de mortos, de acordo com as autoridades do Hamas, no poder em Gaza desde 2007.

A Semana com Lusa

13 de Fevereiro de 2024

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Comentários

joão do rosário
28 dias atrás 18 horas atrás

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jcf
30 dias atrás 11 horas atrás

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joão do rosário
1 dias atrás

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