Depois das duas grandes guerras mundiais que arrasaram a Europa, tanto na primeira como na segunda, existiram casos alarmantes de ressentimento da pobreza, com a fragilizada economia, as fomes seguidas de epidemias, com o mundo dividido em dois blocos, as superpotências a leste e no ocidente, houve de fato a necessidade de olvidar esforços multilaterais para que as nações alcançassem uma paz duradoura através de um processo de mediação, um propósito estatutário ainda definido na Organização das Nações Unidas (ONU), mas inaplicável devido aos interesses instalados em ambos os continentes.
Depois de analisar, fria e factualmente, cheguei à conclusão que sou sumamente importante e apetecível, para atrair tanta cobiça da esfomeada quadrilha de urubus da minha vida, já falecida. Fogo! Que barganha de me continuar a assassinar avidamente, mesmo depois de morto? Só escabrosos psicopatas se deleitam a matar desta maneira, por fetiche, por vaidade e por capricho. Não assumo cargo algum, não tenho dinheiro nem comenda, nem sequer visibilidade, apesar da minha formação considerada bastante boa.
A base de qualquer Estado de Direito democrático, (a organização acolhida pela República de Cabo Verde), está amparada na clássica concepção teórica de trirepartição de poderes, alicerçada em uma ordem constitucional social e política que exprime um princípio elementar de atuação e relevância de todos os poderes constituídos, em que poder deveria limitar poder, nos protótipos recomendados por Montesquieu e John Locke, bem como freios e contrapesos (check and balances), recomendado também por Alexis de Tocqueville e pelos clássicos Federalistas John Adams e Thomas Jefferson. Esses sustentáculos da harmonia do regime democrático deveriam ser francamente resistentes, de modo a não ingerir um no outro. A Democracia é um regime político em que uma nação no exercício dos direitos políticos colaboram de forma igual, direta ou por intermédio dos representantes eleitos na sugestão, no aperfeiçoamento e na produção de normas, governando através do sufrágio universal. A Constituição da República de Cabo Verde estabeleceu no seu artigo 209º e seguintes a competência do poder judiciário.
Ainda por cima ousam falar, corriqueiramente, da democracia e da Constituição, sem nunca se preocuparem em enxergar o que significa a Constituição de um Estado Democrático de Direito. Porém, isto é, com certeza, lá com eles. Cada um escolhe o que quer. Eu, por bom gosto e por bom senso, preferiria colher modelos de conduta na Escandinávia e no pujante Canadá. Não ficaria enleado ao atrasado mais do mesmo provincianismo. Uns marmanjos desajeitados e frustrados de taberna, a leste de qualquer epifania, vivendo da prebenda do efémero poder, com a missão fundamental de serem veados ao serviço dos chefões ou padrinhos da “cosa nostra” da nova era. Desperdiçam o tempo com o mesmo frenesim com que se engaja um moço de recado ou animal de espúria carga, para difundir o boato no meio de alguns incautos e marsupiais, com o fito de minar a credibilidade de quem só sabe trabalhar, desde implume gatinhar. Essas infestadas criaturas vegetam em torno do partido no poder e querem silenciar a massa pensante da nossa herdade. Da mesma forma que alguns fizeram ao meu ilustre inspirador e líder espiritual, da poesia, do direito e da pulsante integridade, o memorável compatrício, Kaoberdiano Dambará, o mais notável vate da língua cabo-verdiana, de todos os tempos, ou seja, o eminentíssimo Dr. Felisberto Vieira Lopes.
A moral que nos vincula, todavia, nos adstringe as aventuras da existência. Quem tem prescrições morais como certezas torna-se cativo\a do prescrito e se esquece de sondar o mais, reprimindo até a imaginação. Moral: o “conjunto de valores, individuais ou coletivos, considerados universalmente como norteadores das relações sociais e da conduta dos homens” (Houaiss). O busílis está no “universalmente”.
Diante do sofrimento do outro o eu individual fica no segundo plano; a preocupação incontestável é exclusivamente com aquele que sofre, com a sua existência. A infelicidade profunda do outro provoca no ser humano uma reação que o impeça de ser indiferente. O ser humano não consegue ficar insensível diante do mal que devora o seu semelhante; e quanto mais ele amplia sua preocupação em relação ao outro, mais justo e pacífico será o mundo no qual ele se encontra inserido. Cada ser humano é muito mais de que um sujeito isolado, ele existe com os outros e deve agir para protege-los e ajuda-los quando eles se encontram mergulhados na infelicidade e no sofrimento profundos.
A eletricidade e água, sendo dois produtos essenciais na manutenção da vida e no desenvolvimento de aglomerados, cidades e países, devem ser acarinhadas e financiadas para garantir a continuidade da produção, como aqueles que, no Sal no anos 60/70, juntaram para o ter socialmente sem fins lucrativos e como é feito até hoje pela empresa pública ASA e privados na área do turismo, que solicitados pagam para o ter, financiando a continuidade da produção, sem fraude, indevidamente e roubo, mesmo com perdas por negligência, consentida nas redes públicas, pela própria companhia de exploração, em comparação com as dívidas acumuladas pelas instituições do estado, roubo, fraude, indevidamente acumulados por empresas privadas e singulares nas outras Ilhas, principalmente na maior Ilha de Cabo verde, colocando a empresa sempre com saldos negativos sem poder autofinanciar a sua continuidade de produção.Pensem nisso!
A democracia, depois da Grande Guerra, era de falsidade, um trunfo incontornável e uma preocupação de instabilidade sem cessar, era de desvirtuosas ameaças em países de livre escolha de sistema de governo, ainda feito ao passo de golpe de estado, com a ditadura e o fascismo de mais fantasmas, esquecendo a organização do estado social, o libertar de um alvo errado.
16 dias atrás
SENHOR PRESIDENTE, DEIXE-SE DE TRETAS: NÓS SABEMOS QUEM O SENHOR É José Maria Neves vem agora dizer que é “muito melho ...