segunda-feira, 27 julho 2026

I Internacional

Campanha eleitoral na Guiné-Bissau: Abstenção preocupa Domingos Simões Pereira que espera ganhar na primeira volta das eleições

O candidato à presidência da Guiné-Bissau Domingos Simões Pereira está preocupado com o nível de abstenção que defende deve ser combatido, mas espera vencer as eleições do próximo dia 24, logo na primeira volta.

“O povo é que decide. Eu penso que, por aquilo que nós temos visto, há uma grande determinação do povo em resolver tudo à primeira volta. Agora há um grande desafio, que é reduzir o nível da abstenção”, afirmou, segundo a Lusa, Domingos Simões Pereira, candidato apoiado do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), numa breve em Canchungo, norte da Guiné-Bissau.

Domingos Simões Pereira falava aos jornalistas antes de iniciar mais um comício da campanha eleitoral.

Em relação à abstenção, o candidato mostrou-se confiante pelo trabalho de sensibilização em curso.

“Penso que é o próprio povo que está determinado em reduzir o nível dessa abstenção”, considerou Domingos Simões Pereira.

De acordo com a Comissão Nacional de Eleições, a abstenção, nas últimas eleições, as legislativas realizadas em março, situou-se na ordem de 15,3%. Dos 761.676 inscritos, exerceram direito de voto 645.085 pessoas.

Sobre a campanha eleitoral, Domingos Simões Pereira referiu estar a decorrer “muito bem”, destacando ser “uma festa da democracia” com mobilização e participação do povo nas localidades que já visitou.

O político reuniu-se hoje com alguns chefes tradicionais de algumas aldeias das quais ouviu preocupações e pedidos caso venha a ser eleito.

À Lusa respondeu sobre o que pensa ser o papel dos líderes tradicionais no futuro da Guiné-Bissau.

“Eu entendo que é fundamental que se deva ter em conta o enquadramento do poder local, o poder tradicional na estrutura da organização do Estado, porque senão é uma sequência que se parte em algum sítio”, defendeu Domingos Simões Pereira.

O candidato frisou ainda que o poder tradicional é eleito pelo povo nas bases, daí ser “um complemento do poder do administrativo mais moderno”, refere a Lusa.

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Comentários

Soares
16 dias atrás

Pobresa , palavra que precisa sair nosso dicionário.

Miranda
20 dias atrás

Boa sorte

Terra
10 dias atrás

Mesmo verdade roupa sujo tem que ser lavado dentro da casa para os que não sabe o que fala,

Pub-Reportagem

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