O apelo ao boicote foi emitido pela Frente Popular, Firkidja di Púbis e pelo Movimento Revolucionário Pó de Terra.
Para estas três organizações da sociedade civil os funcionários públicos devem aderir à desobediência civil, deixando de comparecer nos serviços públicos.
A Frente Popular, a Firkidja di Púbis e o Movimento Revolucionário Pó de Terra entendem que assim estariam a dar luta aos autores do golpe militar de 26 de Novembro e, desta forma, demovê-los dos seus intentos.
O Governo de transição, através do Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social avisa que o servidor público que faltar ao serviço por motivações políticas será devidamente sancionado conforme a lei.
No meio desta troca de argumentos, a Função Pública guineense tem registado uma fraca presença de funcionários. Há uma grande expectativa no país sobre o que será decidido em relação à Guiné-Bissau na cimeira de líderes da CEDEAO no próximo domingo, 14 de Dezembro.
A Semana com RFI

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