A quarta-feira já tinha sido um dos dias mais violentos em Gaza desde que o cessar-fogo entrou em vigor a 10 de Outubro. Os hospitais confirmaram então 32 pessoas mortas por bombardeamentos. No dia a seguir, quinta-feira, novos ataques, na região de Khan Younis, no sul do território, fizeram mais cinco vítimas mortais. O Hospital Nasser confirmou a morte de três pessoas da mesma família, incluindo uma bebé.
Em conferência de imprensa, na quinta-feira, porta-voz do primeiro-ministro israelita, Shosh Bedrosian, confirmou os ataques, enquanto o Hamas denunciou uma "escalada perigosa".
Stéphane Dujarric, porta-voz do secretário-geral da ONU, António Guterres, falou em “profunda preocupação” com o ocorrido e lembrou “a fragilidade do cessar-fogo”.
Que cessar-fogo é este onde os bombardeamentos israelitas não se calaram? É a questão que se colocam os moradores ouvidos pela agência France Presse. As explosões continuam em cidades em ruínas, com os habitantes a viverem em tendas e a sobreviverem a uma situação humanitária catastrófica.

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