Através de uma nota publicada quarta-feira na sua página nas redes sociais, a edilidade indica que este reconhecimento internacional representa um “marco de orgulho” para toda a ilha do Fogo e, em especial, para o município de Santa Catarina do Fogo.
“A distinção destaca o talento, a dedicação e a excelência da viticultura heroica praticada em Chã das Caldeiras, uma região que continua a afirmar-se pela produção de vinhos de alta qualidade, mesmo em condições geográficas e climáticas desafiadoras”, refere a nota, sublinhando que com cada conquista, a viticultura de Chã das Caldeiras coloca Cabo Verde no mapa mundial.
A Câmara Municipal de Santa Catarina do Fogo apelou ainda à população para a importância de valorizar e apoiar os produtos locais e as tradições que definem a identidade da ilha.
O vinho tinto, colheita de 2024, da adega/cooperativa Chã, situada em Chã das Caldeiras, foi distinguido com medalha de ouro na 33.ª edição Mundial de Vinhos Extremos, realizada nos dias 20 e 21 de Setembro, em Sarre, Itália.
A Adega/Cooperativa Chã tem um histórico de distinções neste certame. Outras colheitas que já arrecadaram a medalha de ouro incluem o "Chã Branco" (2021 e 2023), o "Chã Tinto" (2022) e o "Chã Passito" (2023).
A Semana com Inforpress

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