sexta-feira, 16 outubro 2026

Presidente da Electra pede “tranquilidade” no processo de cisão da empresa a partir de 01 de Junho

 

Para a concretização deste novo figurino, assegurou a mesma fonte, já se definiu 31 de Maio como prazo para a extinção e 01 de Junho para o início das operações das novas empresas.

 

Luís Teixeira falava em conferência de imprensa na quinta-feira, 16, na sequência de uma assembleia-geral realizada no Mindelo, para discussão de vários pontos, entre estes a reestruturação da empresa para futura privatização.

No encontro, assegurou, foi aprovada a resolução que permite extinguir a Electra Norte e Electra Sul e possibilitar à Electra SA criar três empresas novas no domínio da Electricidade.

“Queria passar aqui uma mensagem de muita tranquilidade, de serenidade, de confiança, primeiro aos nossos clientes, que não vão sentir, nesta fase de transição, e também aos nossos trabalhadores”, sublinhou Luís Teixeira.

Isto porque, conforme a mesma fonte, trata-se de um processo de “decisão simples” para efectivar a criação da Empresa de Produção de Electricidade de Cabo Verde (EPEC), que vai gerir a centrais térmicas, a Empresa de Distribuição de Electricidade de Cabo Verde (EDEC), que estará ligada às lojas, cortes, ligações e tudo relacionado com clientes.

Também será criado o Operador Nacional do Sistema Eléctrico de Cabo Verde (ONSEC), responsável pelo centro de despacho, a linha de transporte, a linha alta.

Para a concretização deste novo figurino, assegurou a mesma fonte, já se definiu 31 de Maio como prazo para a extinção e 01 de Junho para o início das operações das novas empresas.

Questionado sobre a aventada mudança da sede da Electra SA de Mindelo para cidade da Praia, Luís Teixeira afiançou que já está decidido que tal não vai acontecer, inclusive, acrescentou, a EPEC e a EDEC, que posteriormente vão ser privatizadas, terão sede também em São Vicente.

Contudo, segundo a mesma fonte, a ONSEC, única que deverá se manter sob controlo estatal, terá sede na cidade da Praia, onde se encontra o centro de despacho.

Resoluções, que, afiançou, estão a ser executadas sob a orientação de uma consultora internacional, com quem a Electra trabalha desde 2019, e que acompanhará a fase de transição e privatização.

Diante destes factos, Luís Teixeira disse estar “optimista” quanto às melhorias para o sector eléctrico.

“Tudo isto vai impactar, melhor serviço, melhor eficiência, redução de perdas, mais digital, mais contadores inteligentes, nós pensamos que vamos ter ganhos e sobretudo os cabo-verdianos e as empresas vão ganhar com esta reestruturação para a privatização”, considerou.

O presidente do conselho de administração da Electra deu a certeza de “um processo transparente”, discutido com sindicatos e trabalhadores, que, inclusive, não vão ter necessidade de mudanças de postos de trabalho “a não ser que queiram”.

A Semana com Inforpress 

 

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Comentários

joão do rosário
8 dias atrás

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jcf
10 dias atrás

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joão do rosário
12 dias atrás

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