sexta-feira, 16 outubro 2026

Fogo: Casa da Memória celebra 25 anos a preservar a história e a cultura da ilha

 Fundada em 2001 como uma iniciativa privada, a instituição nasceu com a missão de “guardar a memória do passado, construir a história do futuro”, segundo a sua promotora Monique Widmer ciatda pela Inforpress.

Ao longo de duas décadas e meia, consolidou-se não apenas como um espaço de conservação, mas também como um ponto de partida para novas investigações e redescobertas sobre a rica herança cultural da ilha.

Para assinalar a data, a Casa da Memória optou por uma celebração simples, abrindo portas ao público com uma mini exposição de álbuns fotográficos que retratam diferentes fases da sua trajetória.

Entre os registos apresentados, destacam-se, segundo a mesma fonte,  imagens da recuperação do edifício, da inauguração, bem como de conferências, lançamentos de livros e artigos publicados na imprensa ao longo dos 25 anos.

O aniversário foi ainda marcado pela integração de novas peças no acervo, nomeadamente pano de terra, um centro de mesa e um molheiro, oferecidos à instituição como forma de reconhecimento pelo trabalho desenvolvido.

Nos primeiros cinco anos de funcionamento, o foco esteve na definição e organização dos conteúdos e posteriormente, segundo Monique Widmer, a Casa da Memória intensificou a sua programação cultural, promovendo conferências temáticas, lançamentos de livros e outras iniciativas.

Durante cerca de 12 anos, foram realizadas mais de 200 actividades, contribuindo significativamente para a dinamização cultural da ilha.

O espaço,prossegue a Inforpress, conta actualmente com duas bibliotecas: uma dedicada a obras modernas sobre o Fogo e Cabo Verde, e outra composta por livros antigos provenientes de três bibliotecas familiares que foram cedidas à instituição, enriquecendo o seu acervo histórico.

Ao completar 25 anos, a Casa da Memória reafirma-se como um espaço vivo de cultura, conhecimento e identidade.

Como desafio a curto prazo, Monique Widmer está a mobilizar parcerias para a digitalização das bibliotecas que possuem alguns exemplares únicos, mas também a melhoria do site da instituição.

A Casa da Memória e a sua mentora pretendem continuar a construir a ponte entre a ilha e outras partes do mundo e a oferecer aos visitantes uma oportunidade única de mergulhar na história e nas raízes dos foguenses, refere a fonte deste jornal.

 

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Comentários

joão do rosário
9 dias atrás

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jcf
10 dias atrás

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joão do rosário
13 dias atrás

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