À Inforpress, o dirigente alertou que, apesar da ajuda do Instituto do Desporto e da Juventude (IDJ), ainda faltam recursos para garantir a viagem de toda a delegação.
“O IDJ deu-nos cinco passagens, mas a delegação é composta por dez pessoas. Ainda estou a correr atrás de patrocinadores para as restantes cinco”, revelou.
Explicou que a federação continua a enfrentar limitações orçamentais.
O Comité Olímpico Cabo-verdiano atribui anualmente 300 mil escudos verba que, segundo o responsável, “mal cobre duas passagens” para as competições internacionais.
Luís Nunes frisou que o grupo tem mostrado “grande empenho e espírito de sacrifício”, treinando diariamente para representar Cabo Verde com dignidade.
“A nossa selecção é feita de guerreiros, pessoas que sabem o que querem e que trabalham com seriedade”, afirmou, sublinhando que o objectivo é alcançar o apuramento para o mundial da modalidade, que decorrerá no próximo ano em Itália.
Nunes reconheceu que o percurso da selecção tem sido marcado por obstáculos, mas acredita que, com o envolvimento da sociedade, será possível alcançar novos patamares.
“Precisamos do apoio da sociedade porque,caso contrário, não vamos conseguir chegar à competição na Zâmbia”, apelou.
Apesar das dificuldades, Luís Nunes mostrou-se confiante e destacou que o trabalho desenvolvido nos últimos anos já colocou Cabo Verde entre as melhores selecções africanas de Basebol 5.
A Semana com Inforpress

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