«A Polícia Nacional precisa de fiscalizar melhor esta praça em fins de semana que acolhe muitas crianças, fazendo ronda ali com Piquete de Intervenção ou polícia à paisana», sugeriu um pai de uma criança que se encontrava no local precupado com a insegurança dele e do seu filho.
A situação transformou-se numa verdadeira batalha campal.Diante dos perigos que pairavam no ar com os jovens riviais a correrem um atrás do outro arremessando pedras, os pais das crianças que brincavam no sítio e outras pessoas que se costumam a frequentar a mesma praça em fins de semana tiveram que desatar a correr e abandonar de imediato o local, com medo de serem feridos por pedradas e outras armas.
Conforme registou este jornal, várias pessoas criticaram a passividade da Polícia Nacional em relação a este tumulto que colocou a segurança pública em causa durante cerca de uma hora. «Mas os senhores agentes não atuam para acabarem com este tumulto entre estes jovens?», questionou um cidadão frente à Esquadra da Polícia Nacional de Palmarejo, para onde se dirigiu aflito para se proteger das pedras que os grupos rivais arremessavam para o meio e arredores da Praça Center.
De referir que esta não é a primeira vez que acontece na Praça Center uma situacão do tipo entre grupos de jovens riviais, supostamente oriundos das zonas de Casa de Lata, Cobam e arredores. Tudo supostamente por ajustes de contas.
«A Polícia Nacional precisa de fiscalizar melhor esta praça em fins de semana que acolhe muitas crianças, fazendo ronda ali com Piquete de Intervenção ou polícia à paisana», sugeriu um pai de uma criança que se encontrava no local precupado com a insegurança dele e do seu filho.
Segundo testemunhas oculares, estando muitos residentes, empresas e a própria Esquadra da PN de Plamarejo com câmaras de vigilância perto e a funcionar, as forças de segurança podem identificar rapidamente os grupos de jovens envolvidos neste tumulto de sábado, 6 de Julho.

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