"Se não fosse a suspensão do mecanismo de fixação dos preços dos produtos petrolíferos regulados" haveria um "acréscimo médio dos preços dos combustíveis de 42,18%", anunciou, segundo NM que cita Lusa, a Agência Reguladora Multissetorial da Economia (ARME), em comunicado.
Os preços ficam aquém do pico registado há dois anos para a gasolina e gasóleo e abaixo do preço mais caro do gás, em março de 2025.
Segundo a mesma fonte, a ARME atribuiu a subida dos preços do petróleo, em abril, à "escalada e persistência do conflito no Médio Oriente".

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