sábado, 24 outubro 2026

Covid. Médicos alertam para hábito na recuperação que pode ser perigoso-nova variante BA.3.2 a espalhar-se

Em causa está o não ficar em repouso como seria desejável. Muitas pessoas acabam por ignorar alguns dos sintomas e fazer a sua vida normal como se infeção por Covid-19 nada fosse.

Está mais uma vez infetado por Covid-19? Pode até reconhecer os sintomas e fazer o tratamento que acha mais eficaz. Contudo, durante a recuperação, pode estar a cometer um erro que acaba por ser prejudicial à sua saúde. O aviso é deixado por vários especialistas, segundo NM.

A revista Parade falou com alguns especialistas para perceber o que pode estar a fazer mal durante esta recuperação. Dizem que é um hábito comum e que pode trazer consequências mais tarde. O melhor é estar atento.

Em causa está o não ficar em repouso como seria desejável. Muitas pessoas acabam por ignorar alguns dos sintomas e fazer a sua vida normal como se infeção por Covid-19 nada fosse.

“Os corpos precisam de tempo para recuperar de infeções como a Covid. Tentar esforçar-se demasiado durante uma infeção pode dificultar a recuperação. Além disso, se estiver em público ou no trabalho, corre o risco de transmitir a infeção ativamente. Portanto, o melhor é ficar em casa e descansar”, revela o médico Wesley Long.

É algo que pode ser pior para pessoas que já têm, conforme a fonte referida, o sistema imunitário em baixo. A fadiga pode ser uma constante e até levar ao esgotamento em alguns casos. 

Quem está mais em risco?

“Pessoas com o sistema imunitário comprometido por problemas de saúde preexistentes tendem a sentir-se mais esgotadas, pois o organismo está a trabalhar ainda mais para combater o vírus”, explica o médico Eric Yager.

Assim, o descanso deve fazer parte da recuperação, assim como do beber muitos líquidos. “Ajudará o corpo a combater o vírus com mais eficácia. Também existem medicamentos antivirais que podem encurtar a duração da doença”, realça o especialista.

Há mais uma nova variante a espalhar-se. O que se sabe?

Nos últimos meses tem sido registado, conforme a fonte deste jornal, um aumento de casos de uma nova variante conhecida como BA.3.2. Tem-se espalhado nos Estados Unidos, mas também há relatos que infeções noutros países. Será que é mais contagiosa? Causa problemas mais graves? O que se sabe?

De acordo com a Fox News, pelos menos 23 países já apresentaram casos da variante BA.3.2 da Covid-19 até 11 de fevereiro. Segundo um relatório do Centers for Disease Control and Prevention, esta variante apresenta entre 70 a 75 alterações na sequência genética da proteína spike. 

A variante foi identificada em amostras de águas residuais domésticas e de aviões em vários estados dos Estados Unidos da América. Foi pela primeira vez identificado no país no passado verão. Entre novembro e janeiro existiu também um aumento de 30% a cada semana nos casos identificados na Dinamarca, Países Baixos e Alemanha.

Para já não existe grande motivo de preocupação quanto a esta nova variante, mas o Centers for Disease Control and Prevention deixou o alerta para as possíveis mutações da proteína spike que podem vir a alterar a proteção que as atuais vacinas disponíveis dão. Explicam que é necessário acompanhar a evolução para perceber o impacto na saúde pública.

Por enquanto, não foram relatados casos graves devido à infeção provocada por esta variante. Neste momento, a OMS classifica-a como sendo de baixo risco, conclui segundo NM.

 

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Comentários

joão do rosário
16 dias atrás

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jcf
18 dias atrás

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joão do rosário
20 dias atrás

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