“No decurso das investigações em curso, a PJ realizou uma operação no âmbito do cumprimento de um Mandado de Busca e Apreensão Domiciliária, promovido pelo Ministério Público e emitido pelo Juízo de Instrução Criminal do Tribunal Judicial da Comarca da Praia, direcionado ao detido, este indiciado como o principal suspeito de ter executado a vítima com recurso a arma de fogo”, lê-se no comunicado.
Trata-se de um crime de homicídio de um jovem de 17 anos, de nome Tiago Garcia, que supostamente teria sido morto em um confronto´entre grupos rivais.
A vítima, que residia na localidade de Achada Santo António, conforme explicou a PJ, foi atingida com um tiro, tendo sido socorrida para o Banco de Urgência do Hospital Universitário Agostinho Neto, onde veio a falecer no mesmo dia.
“No decurso das investigações em curso, a PJ realizou uma operação no âmbito do cumprimento de um Mandado de Busca e Apreensão Domiciliária, promovido pelo Ministério Público e emitido pelo Juízo de Instrução Criminal do Tribunal Judicial da Comarca da Praia, direcionado ao detido, este indiciado como o principal suspeito de ter executado a vítima com recurso a arma de fogo”, lê-se no comunicado.
De acordo com investigações apuradas pela Polícia Judiciária, a partir deste episódio de confrontos entre grupos rivais, que vitimou o jovem Tiago Garcia, surgiram vários outros confrontos entre os grupos rivais registados na localidade de Achada Santo António.
A Polícia Judiciária informou que, em resposta a esses confrontos, tem realizado diversas operações na zona, que resultaram, até ao momento, na detenção de vários suspeitos sob a medida de prisão preventiva.
Informou ainda que o principal suspeito do homicídio é reincidente, acumulando várias passagens pela polícia e cumprimento de penas de prisão efetiva, por se encontrar indiciado da prática de crimes violentos, ocorridos na ilha de Santiago.
Presente às autoridades judiciárias competentes para o primeiro interrogatório judicial, o Tribunal da Comarca da Praia decretou, na última quinta-feira, 29 de janeiro, a medida de coação mais gravosa ao suspeito, prisão preventiva, aguardando agora na Cadeia Civil de São Martinho, os trâmites processuais.
Em comunicado, a PJ salientou que a Secção de Investigação de Crimes Contra Pessoas continua empenhada no combate à criminalidade e na salvaguarda da paz social que a sociedade merece.

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