"O Grito Rock Praia não é só um festival, é uma escola de onde já saíram músicos, técnicos de som, apresentadores e jornalistas. Todo o processo, desde a produção até à apresentação, forma profissionais na área cultural", acrescentou.
No início, "houve desafios para organizar um festival alternativo em Cabo Verde, porque a palavra `rock` não era bem aceite", disse à Lusa Ricardo Teixeira, da ARTiKUL CJ, empresa que organiza o festival.
O panorama mudou e a décima edição vai decorrer de 25 a 29 de março, tendo como ponto alto um concerto que vai juntar bandas nacionais e internacionais, dia 28, na Pracinha da Escola Grande, no centro histórico, Plateau.
Além dos espetáculos, o festival inclui iniciativas educativas e sociais, `workshops` e campanhas ambientais.
O programa completo com o alinhamento de bandas será divulgado nos próximos meses, mantendo também uma forte componente digital, para que o público internacional possa acompanhar os concertos via Internet.
"O Grito Rock Praia não é só um festival, é uma escola de onde já saíram músicos, técnicos de som, apresentadores e jornalistas. Todo o processo, desde a produção até à apresentação, forma profissionais na área cultural", acrescentou.
Nas nove edições anteriores, passaram pelo palco um total de 67 bandas de música alternativa, 31 das quais internacionais, provenientes de países como Portugal, Brasil, Angola, Espanha, Alemanha, Equador, Marrocos e Áustria.
Segundo a organização, estes números "refletem o alcance e a relevância do festival enquanto espaço de promoção da diversidade musical e do diálogo cultural".
O Grito Rock surgiu em 2013, a partir da necessidade de criar espaço para bandas alternativas que não tinham oportunidade de atuar em grandes palcos no país.
Desde a segunda edição, a organização tem conseguido parceiros como embaixadas, instituições públicas e privadas, empresas e associações, consolidando o festival como referência.
O evento integra a rede mundial Grito Rock, iniciada no Brasil, como alternativa ao Carnaval, e já se expandiu pontualmente para outras localidades em Cabo Verde, como Tarrafal, na ilha de Santiago, e a ilha do Fogo.
"Há pessoas que gostam do Carnaval, mas não apreciam o seu estilo musical. A ideia espalhou-se do Brasil para várias cidades e depois para outros países", explicou.
A Semana com RTP Noticias/Lusa
Category
ManchetesHits
94 times
Cabo Verde tem uma facilidade extraordinária para comentar o que se passa na casa dos outros. Guiné-Bissau, Angola, Moçamb ...
Isto já parece gozo. 177 casos desde o início do ano e já estão outra vez a sacudir o fantasma da pandemia. Sem números ...
Rua Vila do Maio, Palmarejo Praia
Email: asemana.cv@gmail.com
asemanacv.comercial@gmail.com
Telefone: + 238 3533944
Telemóvel: 9727634 / 993 28 23
Contacte - nos
17 dias atrás
SENHOR PRESIDENTE, DEIXE-SE DE TRETAS: NÓS SABEMOS QUEM O SENHOR É José Maria Neves vem agora dizer que é “muito melho ...