sábado, 24 outubro 2026

Venezuela:Trump afirma que Maduro foi capturado após ataque dos EUA

há 7 horasO Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou este sábado (03.01) que o homólogo da Venezuela, Nicolás Maduro, foi capturado e retirado à força do país, num "ataque em grande escala" das forças americanas.O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou este sábado (03.01) que o homólogo da Venezuela, Nicolás Maduro, foi capturado e retirado à força do país, após os Estados Unidos terem realizado um "ataque em grande escala". 

Na sequência dos acontecimentos, as autoridades locais declararam estado de exceção e apelaram às forças sociais e políticas para "ativarem planos de mobilização". "A Venezuela rejeita, repudia e denuncia [...] a gravíssima agressão militar perpetrada pelos [...] Estados Unidos contra o território e a população venezuelanos, em localidades civis e militares de Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, nos arredores de Caracas", refere o comunicado do governo.

 

 

Na plataforma Truth Social, Trump adiantou que o Presidente da Venezuela e a respetiva mulher foram transportados para fora do país - o destino não foi revelado - pelas tropas norte-americanas.

"A operação foi realizada em conjunto com as autoridades policiais dos Estados Unidos", referiu Trump na mensagem, em que indicou que daria mais informações numa conferência de imprensa marcada para a tarde de sábado (17h00 CEST).

Explosões em Caracas numa imagem cedida à agência de notícias Reuters
Media norte-americanos noticiaram ainda que o presidente Donald Trump terá aprovado ataques terrestres contra a VenezuelaFoto: REUTERS

 

O governo da Venezuela afirmou, em comunicado divulgado na madrugada de sábado (03.01), que rejeita a "agressão militar" dos Estados Unidos. Segundo a nota oficial, registaram-se ataques na capital, Caracas, e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

Na sequência dos acontecimentos, as autoridades locais declararam estado de exceção e apelaram às forças sociais e políticas para "ativarem planos de mobilização". "A Venezuela rejeita, repudia e denuncia [...] a gravíssima agressão militar perpetrada pelos [...] Estados Unidos contra o território e a população venezuelanos, em localidades civis e militares de Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, nos arredores de Caracas", refere o comunicado do governo. 

Militares venezuelanos nas ruas de Caracas esta madrugada
O Presidente Nicolas Maduro decretou o estado de emergência e apelou a "todas as forças sociais e políticas do país para ativarem os planos de mobilização"Foto: Cristian Hernandez/AP Photo/dpa/picture alliance

De acordo com informações divulgadas pelas autoridades locaos, pelo menos sete explosões e o sobrevoo de aeronaves a baixa altitude foram ouvidos por volta das 2h00 locais em Caracas, tendo sido visadas infraestruturas civis e militares.

Numa entrevista gravada e transmitida na quinta-feira (01.01), Maduro acusou os EUA de procurarem uma mudança de regime na Venezuela e de quererem acesso às reservas petrolíferas do país através da atual campanha militar. A administração norte-americana tem vindo a intensificar a pressão sobre Caracas, incluindo operações contra embarcações suspeitas de tráfico de droga, uma alegada ação da Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês) num porto venezuelano e o bloqueio de navios petroleiros sancionados.

Media norte-americanos noticiaram ainda que o presidente Donald Trump terá aprovado ataques terrestres contra a Venezuela dias antes das explosões. Segundo a estação CBS, a operação esteve inicialmente prevista para o período do Natal, mas foi adiada devido a outras operações militares dos EUA e a condições meteorológicas desfavoráveis.

A Semana com DW África /NN/Agências 

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Comentários

joão do rosário
17 dias atrás

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jcf
19 dias atrás

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joão do rosário
21 dias atrás

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