segunda-feira, 26 outubro 2026

Ucrânia começa a discutir eleições presidenciais em plena lei marcial

 

De acordo com a mesma fonte, o chefe de Estado ucraniano rejeitou acusações de que estaria a "agarrar-se ao poder", afirmando tratar-se de uma "narrativa completamente falsa", e admitiu que, com garantias de segurança adequadas, as eleições poderiam realizar-se "dentro de dois ou três meses".As declarações ocorreram após críticas do Presidente norte-americano, Donald Trump, que defendeu a realização de eleições na Ucrânia, alegando que os adiamentos sucessivos devido à guerra colocam em causa os princípios democráticos.

 

 

Conforme  NM que cita a Lusa, o líder da bancada parlamentar do partido Servo do Povo, David Arakhamia, anunciou na rede social Telegram que formou o grupo "em conformidade com um acordo prévio", com o objetivo de analisar a viabilidade legal e operacional de eleições presidenciais durante a lei marcial.

 

Segundo Arakhamia, as discussões envolverão membros de várias comissões parlamentares, representantes de todos os grupos políticos, da comissão eleitoral e de organizações da sociedade civil ligadas a assuntos eleitorais, não tendo sido ainda fixada qualquer data para o sufrágio.

A decisão surge cerca de duas semanas depois de o Presidente Volodymyr Zelensky ter afirmado estar disponível para convocar eleições caso as condições de segurança o permitam e a legislação seja alterada para viabilizar o voto sob lei marcial.

Zelensky foi eleito em 2019 para um mandato que terminaria em abril de 2024.

De acordo com a mesma fonte, o chefe de Estado ucraniano rejeitou acusações de que estaria a "agarrar-se ao poder", afirmando tratar-se de uma "narrativa completamente falsa", e admitiu que, com garantias de segurança adequadas, as eleições poderiam realizar-se "dentro de dois ou três meses".

As declarações ocorreram após críticas do Presidente norte-americano, Donald Trump, que defendeu a realização de eleições na Ucrânia, alegando que os adiamentos sucessivos devido à guerra colocam em causa os princípios democráticos.

Em entrevista ao 'site' noticioso Politico, Trump afirmou que "está na altura" de os ucranianos voltarem às urnas, argumentando que a guerra tem sido usada como "desculpa" para adiar eleições, embora tenha reconhecido que Zelensky poderá voltar a vencer um eventual sufrágio.

A iniciativa parlamentar, prossegue a fonte deste jornal,  ocorre num contexto de esforços diplomáticos internacionais para alcançar um acordo de paz entre a Ucrânia e a Rússia.

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Comentários

joão do rosário
18 dias atrás

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jcf
20 dias atrás

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joão do rosário
22 dias atrás

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