Os chefes da diplomacia dos países lusófonos decidiram também "constituir uma Missão de Bons Ofícios de Alto Nível que será enviada para a Guiné-Bissau no mais breve período de tempo".No documento, afirmaram "condenar veementemente a interrupção do processo eleitoral em curso, considerando que tal constitui uma grave violação aos princípios democráticos e da vontade soberana do povo guineense" e consideram que houve uma "rutura institucional" que compromete a estabilidade política e a ordem constitucional.
Os chefes da diplomacia dos países lusófonos decidiram também "constituir uma Missão de Bons Ofícios de Alto Nível que será enviada para a Guiné-Bissau no mais breve período de tempo".
No documento, afirmaram "condenar veementemente a interrupção do processo eleitoral em curso, considerando que tal constitui uma grave violação aos princípios democráticos e da vontade soberana do povo guineense" e consideram que houve uma "rutura institucional" que compromete a estabilidade política e a ordem constitucional.
Segundo a mesma fonte, os chefes da diplomacia dos sete países lusófonos que participaram na reunião exigem a "libertação imediata e incondicional" de todos os detidos e a "retoma urgente da ordem constitucional".
Esta 17.ª reunião extraordinária do Conselho de Ministros, composto pelos ministros dos Negócios Estrangeiros, reafirmou o compromisso da CPLP "com os valores da democracia, da legalidade e da solidariedade entre os seus Estados-Membros" e manifestou "disponibilidade para apoiar, de forma concertada, todos os esforços que conduzam ao restabelecimento da normalidade institucional na Guiné-Bissau".
O Alto Comando Militar tomou o poder a 26 de novembro, três dias depois das eleições gerais, presidenciais e legislativas, e um dia antes da data anunciada para a divulgação dos resultados eleitorais,lembra a fonte deste jornal.

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