domingo, 25 outubro 2026

Bissau/Golpe de estado: Ex-Secretário Executivo da CPLP pede interveçao da comunidade internacional para reposição da ordem constitucional e libertação de Domingos Simões Pereira e outros presos

 

«Enquanto Combatente da Liberdade da Pátria, como cidadão que tomou parte na luta que levou à libertação de Cabo Verde e da Guiné-Bissau, mas também na qualidade de antigo Secretário Executivo da CPLP, cargo em que tive a honra de ser sucedido pelo Engenheiro Domingos Simões Pereira, atual Presidente do PAIGC e da Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau, junto a minha voz e indignação às de inúmeros cidadãos dos nove Estados da nossa Comunidade, condenando o sequestro desse ilustre cidadão e o de vários cidadãos pacíficos desse país irmão, no quadro nebuloso de um estranho golpe de Estado, executado na iminência da proclamação dos resultados de eleições reconhecidas como livres e transparentes pelos observadores internacionais, incluindo os da CPLP, e que prenunciavam uma nova era de esperança para a nação guineense», lê-se no post  referido.

 

«Deixo aqui registada a minha total solidariedade com Domingos Simões Pereira e todos os cidadãos guineenses que estão a ser vítimas desta vaga repressiva antidemocrática simulada em golpe de Estado, esperando que os governos legítimos da CPLP, à semelhança de outros governos e organizações internacionais, se posicionem claramente na condenação inequívoca da trama urdida para anular a vontade popular expressa nas urnas, exigir a publicação dos resultados eleitorais e a devolução à total liberdade, sem quaisquer restrições, de todos os dirigentes políticos e cidadãos guineenses injustificadamente detidos ou sequestrados pelas atuais autoridades do país», defende Luis Fonseca.

 

Segundo o diplomata cabo-verdiano aposentado, a detenção sem qualquer fundamento do Engenheiro Domingos Simões Pereira, a sua manutenção em condições atentatórias à sua saúde e dignidade, a perseguição dos dirigentes e membros dos partidos da oposição guineense, ao mesmo tempo que a principal figura do regime alegadamente deposto se encontra, com o beneplácito dos autores do “golpe de estado”, tranquilamente instalado no estrangeiro com honras e regalias, indiciam estar em curso mais um processo grosseiro de adulteração do processo eleitoral, um gritante atentado à democracia nesse país.

 

«Enquanto Combatente da Liberdade da Pátria, como cidadão que tomou parte na luta que levou à libertação de Cabo Verde e da Guiné-Bissau, mas também na qualidade de antigo Secretário Executivo da CPLP, cargo em que tive a honra de ser sucedido pelo Engenheiro Domingos Simões Pereira, atual Presidente do PAIGC e da Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau, junto a minha voz e indignação às de inúmeros cidadãos dos nove Estados da nossa Comunidade, condenando o sequestro desse ilustre cidadão e o de vários cidadãos pacíficos desse país irmão, no quadro nebuloso de um estranho golpe de Estado, executado na iminência da proclamação dos resultados de eleições reconhecidas como livres e transparentes pelos observadores internacionais, incluindo os da CPLP, e que prenunciavam uma nova era de esperança para a nação guineense», refere o post que vimos citando.

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Comentários

joão do rosário
17 dias atrás

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jcf
19 dias atrás

Cabo Verde tem uma facilidade extraordinária para comentar o que se passa na casa dos outros. Guiné-Bissau, Angola, Moçamb ...

joão do rosário
21 dias atrás

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