«O programa consiste na disponibilização de uma linha de financiamento, à taxa de juro de 0,75%, podendo atingir o valor de 10 mil milhões de escudos cabo-verdianos, com maturidade até cinco anos, e que se materializa através da subscrição, pelas instituições aderentes, de instrumentos financeiros do Banco central», conclui o BCV.
Segundo um comunicado remetido ao ASemanaonline, os eventos advenientes das alterações climáticas têm merecido cada vez mais a atenção do Banco. Tudo por constituírem uma importante fonte de risco para o balanço das instituições financeiras e também pelo potencial impacto na condução da política monetária, pelo que está-se a caminhar pela integração dos riscos climáticos nas missões do Banco central, concretamente nos domínios de estabilidade financeira e de política monetária.
A mesma fonte lembra que, em agosto de 2025, o BCV decidiu criar um Programa de Assistência de Emergência (PAE), com o objetivo de estimular a concessão de crédito, em condições especiais, às famílias, às empresas e às demais entidades particularmente afetadas pela tempestade Erin, que atingiu o país a 11 de agosto de 2025, e especialmente as ilhas de São Vicente, Santo Antão e São Nicolau.
«O programa consiste na disponibilização de uma linha de financiamento, à taxa de juro de 0,75%, podendo atingir o valor de 10 mil milhões de escudos cabo-verdianos, com maturidade até cinco anos, e que se materializa através da subscrição, pelas instituições aderentes, de instrumentos financeiros do Banco central», conclui o comunicado que vimos citando.

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