domingo, 25 outubro 2026

PR felicita novo chefe do CEMFA e espera que sua liderança seja marcada pela prudência e exemplo

 

O Chefe de Estado realçou a importância das Forças Armadas que têm sabido afirmar-se, ao longo dos cinquenta anos de independência, como uma instituição “exemplar, republicana, disciplinada e apartidária”, uma força ao serviço do bem comum, inteiramente subordinada à Constituição e aos valores do Estado de Direito Democrático.

 

José Maria Neves, que falava por ocasião da tomada de posse do novo CEMFA, realçou a importância das Forças Armadas dizendo que cada tomada de posse representa um pacto renovado entre as Forças Armadas e Cabo Verde.

Felicitou o contra-almirante Manuel Semedo, desejando-lhe pleno êxito no desempenho desta nova missão.

“É o momento de reafirmar a fé nos nossos valores, de restabelecer o espírito de missão e de reforçar a unidade que nos define enquanto povo”, sublinhou.

O Chefe de Estado realçou a importância das Forças Armadas que têm sabido afirmar-se, ao longo dos cinquenta anos de independência, como uma instituição “exemplar, republicana, disciplinada e apartidária”, uma força ao serviço do bem comum, inteiramente subordinada à Constituição e aos valores do Estado de Direito Democrático.

O mais Alto Magistrado da Nação reconheceu, com respeito e admiração, a forma como, ao longo de décadas, as Forças Armadas se têm colocado sempre onde o dever e a solidariedade nacional as chamam.

“Recordemo-nos de momentos cruciais da nossa história recente as erupções vulcânicas na ilha do Fogo, as crises sanitárias, as intempéries e desastres naturais em que os militares cabo-verdianos estiveram na linha da frente, em missões de socorro, de segurança e de reconstrução”, afirmou.

José Maria Neves sublinhou que esta instituição se destacou também na protecção do ambiente e na preservação das praias e zonas costeiras, que têm desempenhado um papel pioneiro, muito antes da Década do Oceano ser proclamada pelas Nações Unidas.

O mesmo sublinhou que o tempo, actualmente, é exigente, o mundo muda rapidamente, as ameaças assumem novas formas e a defesa nacional requer, hoje, uma “visão mais ampla” que inclui a segurança marítima, a ciber-defesa, a protecção ambiental e a cooperação regional.

Por outro lado, argumentou que as Forças Armadas “estão e devem permanecer ao serviço exclusivo” de Cabo Verde.

“São rigorosamente apartidárias e devem colocar-se acima de qualquer disputa política. Os seus membros não podem nem devem utilizar o posto, a arma ou a função como instrumento de influência ou exposição indevida, seja no espaço público, seja nas redes sociais”, notou.

Aproveitou a ocasião para mostrar o seu reconhecimento ao contra-almirante António Duarte Monteiro, por terminar o seu mandato, declarando que o fez com “serenidade, competência e exemplar sentido de Estado”.

“Soube honrar o compromisso assumido e conduziu a instituição com firmeza, equilíbrio e elevado espírito de serviço”, enfatizou.

A Semana com Inforpress

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Comentários

joão do rosário
17 dias atrás

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jcf
19 dias atrás

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joão do rosário
21 dias atrás

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