“Pelo terceiro ano consecutivo, Setembro foi o mês com maior número de nados-vivos, com 628 registos (cerca de 9% do total), correspondendo a uma média diária de 21 nascimentos, enquanto Junho apresentou o menor número, com 486 nascimentos, equivalente a uma média diária de 16 crianças”, referem os dados do INE.
De acordo com o mesmo documento, enviado à Inforpress, a distribuição entre os sexos dá-se de forma quase equitativa. Ou seja, dos nascimentos registados, 3.459, que corresponde a 51,2 por cento (%), são de meninos.
A relação de masculinidade registada foi de 105, ou seja, para cada 100 meninas, foram registados 105 meninos.
De acordo com a mesma fonte, a Taxa Global de Fecundidade (TGF), ou seja, o número de nados-vivos registados por mil mulheres em idade fértil (15 a 49 anos), confirma, igualmente, este cenário de declínio, passando de 77,5‰ em 2016 para 52,1‰ em 2023.
No mesmo ano, 144 nados-vivos (2,1% do total) decorreram de partos gemelares, com maior concentração nos concelhos da Praia e de São Vicente, registando-se 41 e 32 casos, respectivamente.
“Pelo terceiro ano consecutivo, Setembro foi o mês com maior número de nados-vivos, com 628 registos (cerca de 9% do total), correspondendo a uma média diária de 21 nascimentos, enquanto Junho apresentou o menor número, com 486 nascimentos, equivalente a uma média diária de 16 crianças”, referem os dados do INE citados pela Inforpress.
Conforme o mesmo documento, a idade média das mães no momento do nascimento dos filhos tem apresentado uma tendência de aumento desde 2016, passando de 26,2 anos nesse ano para 27,9 anos em 2023.
Relativamente à nacionalidade dos progenitores, em 2023 cerca de 6,5% dos nados-vivos têm pelo menos um dos pais estrangeiro, o que reflecte a diversidade populacional resultante de fluxos migratórios, conclui a fonte deste jornal.

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