domingo, 25 outubro 2026

Estudo: Cabo Verde reconhecido como área chave para conservação de tubarões e raias

 

“Este reconhecimento mostra ao mundo que Cabo Verde possui áreas únicas para a conservação destes animais. A nível internacional, as ISRAs servem como base científica para orientar governos e entidades na criação de Áreas Marinhas Protegidas e medidas de gestão pesqueira. Para Cabo Verde, é uma oportunidade de reforçar políticas de conservação e garantir que as nossas espécies mais vulneráveis possam sobreviver e recuperar”, referiu a fonte deste jornal em comunicado.

 

 

“Tubarões e raias estão entre os grupos marinhos mais ameaçados do mundo, e Cabo Verde acaba de ver reconhecida a importância das suas águas nesta luta global pela conservação”, lê-se no comunicado remetido a este jornal digital.

Entre as áreas reconhecidas, destacam-se Santa Luzia, Baia do Inferno, Banco de pesca João Valente, Baía de Parda, Praia Real e a Baía de Sal Rei, habitats críticos para espécies ameaçadas como a viola-barba-negra, o tubarão-doninha e o tubarão-martelo recortado, bem como outras espécies de importância ecológica.

O processo, coordenado pelo Grupo Especialista em Tubarões da IUCN, envolveu 214 especialistas de 16 países e contou com a representação de Cabo Verde através da ONG Biosfera I, pelo  coordenador do Programa de Tubarões e Raias Stiven Jorge Delgado Pires e de várias outras organizações nacionais e internacionais, que submeteram propostas de áreas consideradas críticas para os tubarões e raias do arquipélago.

“Este reconhecimento mostra ao mundo que Cabo Verde possui áreas únicas para a conservação destes animais. A nível internacional, as ISRAs servem como base científica para orientar governos e entidades na criação de Áreas Marinhas Protegidas e medidas de gestão pesqueira. Para Cabo Verde, é uma oportunidade de reforçar políticas de conservação e garantir que as nossas espécies mais vulneráveis possam sobreviver e recuperar”, referiu a fonte deste jornal em comunicado.   

Embora não tenham força legal, explicou a mesma fonte, as ISRAs são ferramentas científicas para apoiar políticas de conservação, gestão pesqueira e a meta global 30x30 de proteger 30% dos oceanos até 2030. “Este reconhecimento coloca Cabo Verde como peça central na rede internacional de conservação marinha", concluiu.

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Comentários

joão do rosário
17 dias atrás

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jcf
19 dias atrás

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joão do rosário
21 dias atrás

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