No entanto, no sábado, o Ministério da Educação (ME) assegurou que os manuais escolares do 1.º ao 9.º ano de escolaridade já estavam disponíveis, em todo o território nacional, nos postos de venda devidamente credenciados, nomeadamente livrarias, papelarias e Correios de Cabo Verde.O ME informou ainda que os alunos do 1.º ao 8.º ano, pertencentes às famílias do grupo 1 e 2 do Cadastro Social Único (CSU) terão acesso gratuito aos manuais escolares, através dos kits escolares que serão distribuídos nas escolas, no início do ano lectivo 2025/2026.
Esta informação de falta de livros no Mindelo foi constatada pela Inforpress numa ronda pelas livrarias e papelarias da ilha, quando falta menos de uma semana para o arranque do ano lectivo 2025/2026, que acontece a 15 de Setembro.
Por exemplo, o gerente da papelaria Inak, Carlos Brito, que fica próxima à Praça Dr. Regala, informou que a Fundação Cabo-verdiana de Acção Social Escolar (FICASE) ainda não enviou os livros pelo que o stock da livraria se esgotou em pouco tempo.
Na livraria Terra Nova, na Rua Frantz Fanon, reportaram que “já não há manuais à venda porque os poucos que estavam disponíveis foram vendidos”.
À semelhança de Terra Nova, na Livraria Pax, na Avenida 12 de Setembro, também já não tem livros disponíveis à venda.
Na sede dos Correios de Cabo Verde, em São Vicente, na Rua Cristiano de Sena Barcelos, informaram que ainda estão à espera que a FICASE envie os manuais para que possam disponibilizá-los à população.
No entanto, no sábado, o Ministério da Educação (ME) assegurou que os manuais escolares do 1.º ao 9.º ano de escolaridade já estavam disponíveis, em todo o território nacional, nos postos de venda devidamente credenciados, nomeadamente livrarias, papelarias e Correios de Cabo Verde.
Segundo escreve a mesma fonte, o ME informou ainda que os alunos do 1.º ao 8.º ano, pertencentes às famílias do grupo 1 e 2 do Cadastro Social Único (CSU) terão acesso gratuito aos manuais escolares, através dos kits escolares que serão distribuídos nas escolas, no início do ano lectivo 2025/2026.
Em Agosto, o delegado do Ministério da Educação em São Vicente disse, em declarações à Inforpress, que estão em andamento as démarches para a colocação de cerca de mil professores e 15 mil alunos, desde o 1.º ao 12.º ano de escolaridade.
Jorge da Luz disse que a ilha enfrenta “um grande desafio” para a abertura do ano lectivo tendo em conta os vários estragos verificados nas escolas, causados pelo temporal de 11 de Agosto.
O mesmo confirmou, prossegue a Inforpress, que houve vários estragos nas escolas, desde a invasão das enxurradas no interior, muros caídos e tectos danificados e que a própria delegação enfrenta o mesmo problema de estragos no tecto.

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