domingo, 25 outubro 2026

CV Interilhas: PM denuncia Alex Évora à Procuradoria-geral da República por "imputação caluniosa e difamação"

 

De acordo com o Governo, Alex Évora, residente nos Estados Unidos da América, publicou e pôs a circular nas redes sociais um vídeo no qual fez tais afirmações e atribuiu a esse suposto facto a atuação do Governo em “não querer transportes em Cabo Verde”, ou mesmo de impedir o investimento dos emigrantes nos transportes marítimos. “Afirmou ainda que são concedidos subsídios e outros apoios financeiros à CV Interilhas que beneficiaram a pessoa de Ulisses Correia e Silva, enquanto suposto ´sócio maioritário´ daquela empresa”, lê-se no comunicado do Governo.

 

Numa publicação feita na página oficial do primeiro-ministro, explica-se que a denúncia deve-se ao facto do indivíduo ter feito acusações contra o chefe do executivo referente ao caso CV Interilhas.

O cidadão, que é administrador da página no Facebook ALEX EVORA GREEN ARTS, acusou supostamente o primeiro-ministro de ser sócio majoritário da CV Interilhas.

De acordo com o Governo, Alex Évora, residente nos Estados Unidos da América, publicou e pôs a circular nas redes sociais um vídeo no qual fez tais afirmações e atribuiu a esse suposto facto a atuação do Governo em “não querer transportes em Cabo Verde”, ou mesmo de impedir o investimento dos emigrantes nos transportes marítimos. 

“Afirmou ainda que são concedidos subsídios e outros apoios financeiros à CV Interilhas que beneficiaram a pessoa de Ulisses Correia e Silva, enquanto suposto ´sócio maioritário´ daquela empresa”, lê-se no comunicado do Governo.

O primeiro-ministro classificou o acto como sendo uma imputação “caluniosa e difamatória à sua pessoa” enquanto governante.

Frisou-se na nota que os factos imputados afetam de “maneira grave, intensa e intencional” a reputação, a honra e a imagem do primeiro-ministro e do Governo.

“No entanto, não pode, em plena consciência, compactuar com acusações deste tipo, pela gravidade que encerram. Aliás, é dever irrenunciável de todos combater este tipo de comportamento, cujo único propósito é o assassinato de carácter em praça pública, de forma gratuita”, disse o governo na nota.

O comunicado refere que perante a “maldade e afronta”, o requerido deve responder aos tribunais pela “desonra e sofrimento moral” causados. 

A Semana com Inforpress

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Comentários

joão do rosário
18 dias atrás

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jcf
19 dias atrás

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joão do rosário
22 dias atrás

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