No manifesto, os signatários afirmam ainda que "A história do PS, cujo símbolo maior é Mário Soares, confunde-se com a luta pela instauração e consolidação da democracia", pelo que defendem que em "tempo de ameaças e perigos para a liberdade, é fundamental escolhermos aqueles que têm inscrita na sua identidade a fidelidade permanente e ativa aos valores da democracia".
Segundo os signatários, Portugal e "o mundo" vivem "tempos decisivos" para a "democracia e para a paz social", pelo que são necessários "projetos políticos capazes de responder, de forma efetiva, às reais necessidades da população e, simultaneamente, de refundar a confiança entre os cidadãos e aqueles que se propõem a representá-los".
Neste contexto, os signatários manifestam o seu apoio "ao projeto defendido pelo Partido Socialista e ao seu candidato a primeiro-ministro, Pedro Nuno Santos", considerando que subscrevem "o projeto que melhor traduz a ambição de construir um país onde ninguém é deixado para trás e onde, em conjunto" são encontradas "soluções concretas para melhorar a vida da cada uma e cada um, garantindo liberdade, igualdade e justiça social, bem-estar coletivo e a realização das legítimas aspirações pessoais".
"Portugal precisa de esperança, mas também desta capacidade de a transformar em propostas concretas, que façam avançar, com consistência e competência, a vida de todos", salientam, no documento divulgado esta quarta-feira.
Em contraponto, dizem rejeitar as propostas que "apresentam o retrocesso como penalização pela frustração coletiva, o individualismo como solução para as adversidades do dia a dia", bem como "visões de governação, mais ou menos assumidas, ao serviço de uma minoria, que bloqueiam os projetos de vida da expressiva maioria dos portugueses".

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