domingo, 25 outubro 2026

TACV considera que situação financeira “crítica” da companhia não permite uma nova progressão salarial

 

O presidente esclareceu que a situação financeira da TACV-Cabo Verde Airlines “é critica” e conta com o apoio do Governo para funcionar, o que não permite uma nova progressão salarial, destacando que houve uma progressão salarial só dos pilotos de 2.5% (por cento).

 

Em conferência de imprensa proferida, na cidade da Praia, para “reagir à conferência de imprensa do Sindicato Nacional dos Pilotos da Aviação Civil (SNPAC), Pedro Barros considerou “uma injustiça” as acusações feitas pelo sindicato.

Informou ainda que o conselho administrativo tem “privilegiado” o diálogo para se chegar a um entendimento, frisando que há procedimentos que poderiam ser feitos de uma outra forma.

“O conselho sempre privilegiou o diálogo para o melhor funcionamento, a paz social é fundamental para uma empresa, principalmente a TACV-Cabo Verde Airlines”,  explicou.

Considerou ainda que as pendências existentes antes da privatização da empresa foram “discutidas” no ano passado com a mediação da Direcção-geral do Trabalho, em que se assumiu um conjunto de compromissos para resolvê-las.

O presidente esclareceu que a situação financeira da TACV-Cabo Verde Airlines “é critica” e conta com o apoio do Governo para funcionar, o que não permite uma nova progressão salarial, destacando que houve uma progressão salarial só dos pilotos de 2.5% (por cento).

Barros explicou que o salário está a ser pago, e vai ser pago no tempo estabelecido no dia 25 do corrente mês.

“O salário está a ser pago com alguma ginástica devido à situação crítica da empresa, mas o salário está, e vai ser pago no tempo estabelecido”, disse.

Disse ser legítimo e justo a progressão salarial, mas explica que a empresa não possui condições para fazer uma nova progressão.

Em relação ao “catering”, reconheceu o problema na cidade da Praia e em São Vicente, mas esclareceu que está em negociações com a Escola de Hotelaria e Turismo de Cabo Verde para resolver o problema.

Relativamente a reivindicação do SNPAC, sobre o uso indevido de recurso para a nova companhia de transporte aéreos doméstico, a LACV, Barros ressaltou que é necessário que o sindicato faça uma “distinção” entre o que compete a gestão, e o laboral, esclarecendo que a gestão compete ao conselho administrativo e o accionista, ressaltando que não há uso e nem se quer indevido dos recursos.

O presidente informou ainda que foi criada uma comissão para resolver esses problemas, e que a empresa se encontra aberta para diálogos e chegar a um entendimento.

 

A Semana com Inforpress

Colunistas

Efrem Soares
Efrem Soares
06 Oct. 2026
Cabo Verde: liderança, mérito e prestação de...
  Ao fazer uma reflexão retrospetiva sobre os percursos de...
Alexandre Vieira Fontes
Alexandre Vieira Fontes
18 Sep. 2026
Filomena Silva: uma jornalista de coragem e...
Léo Rosa de Andrade
Léo Rosa de Andrade
31 Aug. 2026
A ÉTICA DO DESINTERESSE, A VIDA EM...
César Augusto G. Garcia
César Augusto G. Garcia
21 Aug. 2026
COISAS DO ESTADO ou ESTADO DE COISAS...

Comentários

joão do rosário
18 dias atrás

SENHOR PRESIDENTE, DEIXE-SE DE TRETAS: NÓS SABEMOS QUEM O SENHOR É José Maria Neves vem agora dizer que é “muito melho ...

jcf
19 dias atrás

Cabo Verde tem uma facilidade extraordinária para comentar o que se passa na casa dos outros. Guiné-Bissau, Angola, Moçamb ...

joão do rosário
22 dias atrás

Isto já parece gozo. 177 casos desde o início do ano e já estão outra vez a sacudir o fantasma da pandemia. Sem números ...

Pub-Reportagem

publireport