domingo, 25 outubro 2026

Mário Lúcio,  Mário Canonge - Trio,  Sona Jobarteh e  Sixun marcaram  segundo dia do KJF

 

Ainda sobre sua atuação, a artista gabonesa juntou o  filho a si no palco. Realçou que isto está a fazer a história,  por passar legado de mãe para o filho.Ao se dispidir do público eufórico, Sona Jobarteh expressou o desejo de  voltar a Cabo Verde para atuar. Mas o público reagiu e não deixou que ela se dispidisse de forma tão fácil,  pedindo  que cantasse mais uma canção.

O primeiro espetaculo da noite ficou a encargo do cantor e compositor  cabo-verdiano Mário Lúcio. Este levou ao público músicas do seu novo álbum em comemoração dos 50 anos de independência de Cabo Verde. A banda estava composta com jovens de Guiné Bissau, Angola e Congo.A última música do reportório,  "Iha de Santiago", levou o público ao rubro, tendo o artista cantado e interagindo com a banda e os presentes.



Depois da atuação de   Mário Lúcio,  foi a vez de se apresentar Mario Canonge Trio. Michael Alibou no contrabaixo e Arnold  Domen na bateria.O artista referiu que esta é a quinta ou sexta vez que vem a Cabo Verde. E brindou o público com boas músicas, algumas das quais tocadas e outras cantadas.

De seguida foi a vez da aguardada artista  da Gâmbia Sona Jobarteh, que subiu imediatamente  ao palco.A primeira canção intepretada por  Sona é, conforme ela, muito importante por ter sido foi escrita por sua avó, que veio a falecer. Outras músicas  apresentadas falavam sobre mulheres do mundo todo, da liberdade e da responsabilidade dos Artistas.

Em palco, a artista dedicou um tempo para falar com o público de temas importantes, como a independência de mentalidade. "Quero lembrar ao meu povo que liberdade política é apenas o começo da nossa jornada. E para conseguirmos isto, precisamos focar na educação", enfatizou.

Segundo advertiu, a educação que temos ainda é basiada na herança do colonialismo. "Não quero ver apenas independência política mas também  a económica e  mental .Essas duas variáveis ainda não  conseguimos atingi-las", complementou.

Ainda sobre sua atuação, a artista gabonesa juntou o  filho a si no palco. Realçou que isto está a fazer a história,  por passar legado de mãe para o filho.Ao se dispidir do público eufórico, Sona Jobarteh expressou o desejo de  voltar a Cabo Verde para atuar. Mas o público reagiu e não deixou que ela se dispidisse de forma tão fácil,  pedindo  que cantasse mais uma canção.


O último a subir o palco da segunda noite do Kriol Jazz Festival 2025 foi o conjunto Sixun-foi um ncerramento em grande estilo do certame.A banda incendiou  o palco com o seu groove único e inconfundível.Com uma fusão  de jazz, funk e ritmos do mundo, o lendário grupo francês mostrou por que é referência internacional no universo do jazz contemporâneo.



Conforme a repratagem deste jornal apurou no local, foi um concerto vibrante, cheio de técnica, alma e improviso — daqueles que ficam na memória e no coração do público presente.

Colunistas

Efrem Soares
Efrem Soares
06 Oct. 2026
Cabo Verde: liderança, mérito e prestação de...
  Ao fazer uma reflexão retrospetiva sobre os percursos de...
Alexandre Vieira Fontes
Alexandre Vieira Fontes
18 Sep. 2026
Filomena Silva: uma jornalista de coragem e...
Léo Rosa de Andrade
Léo Rosa de Andrade
31 Aug. 2026
A ÉTICA DO DESINTERESSE, A VIDA EM...
César Augusto G. Garcia
César Augusto G. Garcia
21 Aug. 2026
COISAS DO ESTADO ou ESTADO DE COISAS...

Comentários

joão do rosário
18 dias atrás

SENHOR PRESIDENTE, DEIXE-SE DE TRETAS: NÓS SABEMOS QUEM O SENHOR É José Maria Neves vem agora dizer que é “muito melho ...

jcf
19 dias atrás

Cabo Verde tem uma facilidade extraordinária para comentar o que se passa na casa dos outros. Guiné-Bissau, Angola, Moçamb ...

joão do rosário
22 dias atrás

Isto já parece gozo. 177 casos desde o início do ano e já estão outra vez a sacudir o fantasma da pandemia. Sem números ...

Pub-Reportagem

publireport