segunda-feira, 26 outubro 2026

Sal/Caso de óbito: Familiares de homem encontrado morto acusam entidades locais de “falta de profissionalismo”

 

“Foi bastante triste para familiares e para os que estavam presentes, pela forma como foi feito (…) pegaram na maca que tinham o cadáver do meu tio e “bascularam para dentro do buraco” que tinham cavado e “todos sentiram o barulho de quando o corpo do meu tio bateu no chão”, desabafou.

 

Segundoa Inforpress, o  caso remonta ao passado dia 04 de Janeiro quando foi dado o alerta de que Valentim Soares não tinha sido visto há cerca de três dias.

Conforme informações, o corpo, quando foi encontrado, já teria cerca de dois dias como cadáver na sua residência e em estado de decomposição.

Os familiares denunciam agora o processo de levantamento, que, conforme dizem, foi “mal conduzido”, seguido de “uma sequência de erros”, apontando um certo “despreparo” dos elementos da Proteção Civil, conforme explicou o sobrinho, Danilo Ramos.

“Quando a Proteção Civil chegou no local não dispunham de equipamentos para fazerem o seu trabalho e tiveram de ausentar-se, voltando depois uma outra equipa que chegou sem conhecimento do que já tinha sido feito e tiveram que começar um novo procedimento”, explicou.

“Isso acaba por demonstrar que as coisas não foram conduzidas como deveria ser, demonstrando pouco profissionalismo nesta questão”, continuou o sobrinho citado pela Inforpress.

Depois de três horas, o cadáver foi conduzido para o cemitério de Pedra de Lume, por volta das 22:00 horas, em condições que os familiares consideram de “falta de humanidade”, uma imagem, conforme sublinhou Danilo Ramos, que ficou agravada pela negativa.

“Foi bastante triste para familiares e para os que estavam presentes, pela forma como foi feito (…) pegaram na maca que tinham o cadáver do meu tio e “bascularam para dentro do buraco” que tinham cavado e “todos sentiram o barulho de quando o corpo do meu tio bateu no chão”, desabafou.

Esta denúncia, explica Danilo Ramos, tem apenas o propósito de evitar no futuro ocorrências do tipo.

“A forma como esses elementos da Proteção Civil fazem o seu trabalho não é com profissionalismo e temos que estar a ouvir piadas, um total desrespeito e não comunicação de qual a melhor forma para fazer nestas horas”, denunciou.

Segundo a fonte deste jornal, acusou ainda o delegado de Saúde de não ter analisado o corpo e de não ter apontado as causas da morte.

No entanto, o delegado de Saúde refutou as acusações alegando que todos os procedimentos foram adotados e que os familiares presentes foram devidamente informados sobre todos os procedimentos.

 

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Comentários

joão do rosário
18 dias atrás

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jcf
20 dias atrás

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joão do rosário
22 dias atrás

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