Em carta dirigida a Amadeu Cruz, a confederação solicitou que sejam efetivamente abertos os canais de negociação e de procura de soluções consensuais, para que desse modo possam ser encontradas novas propostas que possam ser consensualizadas com as organizações representativas dos profissionais da educação de Cabo Verde.
A mesma fonte diz entender que não se pode impor reformas ou qualquer outro tipo de imposição normativa contra os seus principais agentes: os professores.
“A democracia e a experiência da construção social da realidade têm-nos informado e o futuro próximo, radicalmente transformador, exigi-o”, reforçou.

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