A participação no evento que dura um mês tem curadoria do Centro Nacional de Arte, Artesanato e Design (CNAD) para reforço da presença cabo-verdiana no exterior, “assumindo a cultura como veículo do aumento da notoriedade de Cabo Verde no mundo”.
O país estará em destaque no programa desta edição, juntamente com os Estados Unidos.
Cabo Verde vai apresentar trabalhos dos artistas plásticos Bento Oliveira, Alex Silva, Bela Duarte, Irineu Destourelles (arte interdisplinar), Luísa Queirós (pintura), Manuel Figueira (pintura), Melissa Rodrigues (artista visual), Tchalé Figueira (pintura) e ainda de César Cardoso (multimédia) e do grupo musical Sizal.
“Outro fator importante é a localização geoestratégica do país na costa ocidental africana, que o torna num ponto nevrálgico de circulação de bens e serviços no continente”, justificou o Ministério da Cultura.
Tratando-se Dakar de território vizinho, “o mais próximo do arquipélago”, Cabo Verde pode beneficiar “das excelentes relações históricas com o Senegal” e de “uma ancestralidade cruzada e até coincidente”, acrescentou.
A 15.ª edição da Bienal de Dakar vai contar com obras de 58 artistas de África e da diáspora.
A Semana com Lusa

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