Segundo os familiares, Rosinha, 74 anos, desapareceu da casa em Chã das Caldeiras por volta das 21:00 do dia 24 de Setembro e, apesar das diligências e buscas efectuadas em toda a Caldeira, nos Mosteiros e noutros pontos da ilha, por familiares, bombeiros, vizinhos e pessoas amigas, com recurso a drones, não há quaisquer sinais da mesma.
O caso foi comunicado à Polícia Nacional, que remeteu o acto para o Ministério Público para as diligências necessárias de investigação do caso que está a intrigar a comunidade de Chã das Caldeiras.
Um familiar da septuagenária, perante a falta de informação sobre possível investigação das autoridades competentes, chegou a orquestrar a realização de uma manifestação para exigir investigação, ideia que foi adiada após receber garantias de que o caso vai ser investigado.
Nas redes sociais, as pessoas não só apelam para uma investigação séria das autoridades como pedem a instalação de uma célula da Polícia Judiciária para a Região Fogo/Brava.
Um cidadão de Santa Catarina enumerou, pelo menos, quatro situações ocorridas nos últimos 20 anos no município de Santa Catarina e que deveriam ser investigadas, mas algumas que até hoje ficaram por esclarecer.
Entre as situações apontou o desaparecimento, em Janeiro de 2006, de um homem da localidade de Maria da Cruz e o falecimento, em 2012/2013, em circunstancia estranha, de um outro individuo nas proximidades da cidade de Cova Figueira.
Da mesma forma, recordou o falecimento, em Novembro de 2021, de um outro individuo do sexo masculino que foi encontrado numa cisterna com sinais que evidenciava alguma violência, e agora o desaparecimento sem deixar rastos da septuagenária de Chã das Caldeiras.
Para os cidadãos caso houvesse uma célula da Polícia Judiciária na Região Fogo/Brava muitas das situações estariam esclarecidas.
A Semana com Inforpress

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