quinta-feira, 15 outubro 2026

Tribunal condena extremistas russos que recusam fim da União Soviética

A sentença foi proferida na cidade de Yekaterinburg, nos Urais, após um julgamento de dois anos, de acordo com o portal 66.ru, citado pela agência espanhola EFE.

Duas pessoas declaradas organizadoras da secção de Yekaterinburg do movimento foram condenadas a seis anos de prisão e os restantes arguidos a dois anos cada um por participarem nas atividades do grupo.

O movimento “Cidadãos da URSS”, fundado em 2010, reúne pessoas que se recusam a respeitar as leis russas porque afirmam viver no “território temporariamente ocupado” da antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, extinta em 1991.

 

O principal argumento dos “cidadãos soviéticos” é que o referendo sobre a preservação da URSS, realizado em 17 de março de 1991, reuniu 76,4% do apoio, mas não foi tomado em consideração pelas autoridades.

De acordo com os “soviéticos”, todas as ações subsequentes das autoridades não têm força legal.

O Supremo Tribunal de Komi, no norte da Rússia, decretou os “Cidadãos da URSS” como uma organização extremista em 2019.

O número de membros dos “Cidadãos da URSS” é desconhecido, uma vez que o movimento não está oficialmente registado.

A Semana com Lusa

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Comentários

joão do rosário
8 dias atrás

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jcf
9 dias atrás

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joão do rosário
12 dias atrás

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